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	<title>Vida e Carreira</title>
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	<description>por Adriana Gomes</description>
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		<title>5 maneiras de dar feedback à equipe</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[como dar feedback]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais do que uma mera conversa, essa é uma ótima ferramenta de gestão, que pode ajudar no desenvolvimento dos profissionais e no crescimento da empresa. Confira o que é essencial para que esse diálogo com o colaborador possa gerar os &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/5-maneiras-de-dar-feedback-a-equipe/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/06/feedback-palavra.jpg"><img class="size-medium wp-image-1743" title="feedback palavra" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/06/feedback-palavra-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a></h3>
<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h3 style="text-align: center;">Mais do que uma mera conversa, essa é uma ótima ferramenta de gestão, que pode ajudar no desenvolvimento dos profissionais e no crescimento da empresa. Confira o que é essencial para que esse diálogo com o colaborador possa gerar os resultados esperados.</h3>
<p style="text-align: center;">Luciana Rangel</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
Colaborou Adriana Gomes, consultora de Carreira e diretora do site <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/" target="_blank">www.vidaecarreira.com.br</a></p>
<p> <strong>1. Seja assertivo e evite juízos de valor</strong></p>
<p>O <em>feedback </em>não pode ser confundido com “dar bronca” ou simplesmente criticar. Respeito e consideração fazem parte do diálogo entre gestor e colaborador, que deve ocorrer de forma reservada. Apenas classificar o desempenho do funcionário como “ruim” ou “insatisfatório” irá desorientá-lo e desmotivá-lo. Descreva, de maneira assertiva, quais aspectos precisam ser melhorados. Tratam-se das atitudes? Alguma capacitação técnica específica? Esclareça o que a empresa espera dele e os comportamentos a serem revistos.</p>
<p>2. <strong>Oriente</strong></p>
<p>Aponte alternativas para que o colaborador consiga atingir um novo patamar no cumprimento de suas atividades. As pessoas não erram por querer e podem estar realmente se esforçando para fazer o melhor. Posicione-se como um facilitador nessa jornada, afinal, o objetivo é qualificar as relações profissionais ou pessoais — e o aprendizado faz parte desse processo.</p>
<p>3. <strong>Abra espaço para o colaborador expressar suas ideias</strong></p>
<p>Fale sempre em seu próprio nome e deixe claro que o <em>feedback </em>não representa a exposição de uma verdade absoluta, mas a sua percepção a respeito dos resultados que ele vem apresentando. Encoraje-o a mostrar seu ponto de vista e a expor suas dúvidas. Atitudes intimidadoras apenas bloqueiam essa troca.</p>
<p>4. <strong>Reconheça os pontos positivos</strong></p>
<p>Os acertos merecem ser igualmente valorizados. Indicar que o colaborador está no caminho certo e alinhado aos negócios é uma forma de incentivar sua superação e engajamento.</p>
<p>5. <strong>Estabeleça prazos e acompanhe os resultados</strong></p>
<p>Ao estabelecer os prazos para as mudanças, leve em conta a complexidade das metas acordadas. Os resultados podem ser imediatos, como no caso de uma mudança de postura frente aos colegas ou clientes, ou de meses, se a necessidade for de uma qualificação técnica ou do domínio de uma tarefa. O empenho no cumprimento dos prazos também serve como um recurso para avaliar o comprometimento e o interesse de mudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Edições passadas da Revista Topázio e Você: </em><a href="https://www.bancotopazio.com.br/institucional/bank/magazine" target="_blank"><em>https://www.bancotopazio.com.br/institucional/bank/magazine</em></a><em> </em><br />
<em>Site da Giornale: </em><a href="http://www.giornale.com.br/" target="_blank"><em>www.giornale.com.br</em></a></p>
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		<title>15 profissionais mais procurados do país</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jun 2013 21:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[A Folha ouviu as consultorias Michael page, Robert half, Adecco, Quality Training Recursos Humanos, Robert Walters, Mercer, Mariaca, Asap, 2get e Manpower para descobrir os 15 profissionais mais em falta no país na atualidade. &#160; http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/06/1291702-conheca-os-15-profissionais-mais-procurados-do-pais.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Folha</strong> ouviu as consultorias Michael page, Robert half, Adecco, Quality Training Recursos Humanos, Robert Walters, Mercer, Mariaca, Asap, 2get e Manpower para descobrir os 15 profissionais mais em falta no país na atualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/131581082.jpeg" alt="Consultorias indicam os cargos mais difíceis de preencher no Brasil" /></p>
<p><a href="http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/06/1291702-conheca-os-15-profissionais-mais-procurados-do-pais.shtml">http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/06/1291702-conheca-os-15-profissionais-mais-procurados-do-pais.shtml</a></p>
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		<title>Gestor social</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2013 15:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[O papel do gestor nas organizações]]></category>
		<category><![CDATA[Significado do trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[DE SÃO PAULO Quando estruturas básicas da sociedade, como família e escola, falham, não sobra alternativa que não a empresa para funcionar como agente socializador. Uma pena, entretanto, que sejam poucos os gestores que são conscientes do importante papel que &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/gestor-social/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/06/brasil-unido.png"><img class="size-medium wp-image-1730 alignright" title="brasil unido" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/06/brasil-unido-300x115.png" alt="" width="300" height="115" /></a></h1>
<div id="articleBy">
<p>DE SÃO PAULO</p>
</div>
<div>
<div>
<div id="___plusone_0">Quando estruturas básicas da sociedade, como família e escola, falham, não sobra alternativa que não a empresa para funcionar como agente socializador. Uma pena, entretanto, que sejam poucos os gestores que são conscientes do importante papel que podem exercer como agentes de transformação social.</div>
</div>
</div>
<p>Um emprego ou estágio não é só uma atividade em si: é a oportunidade de autoconhecimento, desenvolvimento, relacionamento, aprendizado e descobertas. Gestores que exercem o papel socializador e estimulam a curiosidade, a busca pelo aprendizado, as descobertas do mundo e todos os desafios que essas ações podem gerar, estão, sem dúvida, contribuindo para a melhoria da sociedade.</p>
<p>Contudo, me parece que cada vez mais essa perspectiva não é percebida. Não são necessárias ações grandiosas, faraônicas e midiáticas para fazer a diferença na vida das pessoas.<br />
Costumo dizer aos meus alunos: mais do que perseguirem a ambição de serem líderes, seria muito bom se eles conseguissem ser excelentes gestores em suas áreas de atuação. O mundo já seria melhor.</p>
<p>As empresas, por meio de seus líderes, podem, sim, fazer a diferença na vida de seus colaboradores, sejam eles jovens aprendizes, estagiários, trainees ou de qualquer outro cargo na hierarquia da empresa.</p>
<p>As primeiras experiências profissionais serão marcantes na vida futura desses jovens.</p>
<p>Aprendemos muito por observação: atos dizem mais do que palavras. Assim, comportamentos éticos, coerência entre o que se diz e o que se pratica, estimulo e incentivo para o aprendizado e reconhecimento das conquistas e melhorias podem fazer toda a diferença.</p>
<p>Alguns modelos aprendidos nas primeiras experiências profissionais serão a base de comportamentos futuros, para o bem ou para o mal. Assim, gestores, muitas das mudanças desejadas na sociedade podem estar nas suas mãos.</p>
<p>Incentive, valorize, respeite e reconheça as pessoas da sua equipe. Essa responsabilidade não deve ser terceirizada. O seu papel é fundamental para que as transformações aconteçam.</p>
<div><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/12265585.jpeg" alt="Divulgação" width="70" height="70" /><strong>Adriana Gomes</strong> é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2013/05/1284656-gestor-social.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2013/05/1284656-gestor-social.shtml</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Ciladas profissionais</title>
		<link>http://www.vidaecarreira.com.br/ciladas-profissionais/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 17:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Adriana Gomes; Vida e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Ciladas Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[erros na gestão da carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[por Adriana Gomes As pessoas sofrem com a tendência à acomodação. Não é natural procurar maneiras novas de fazer as mesmas coisas. Por se encontrar em uma zona conhecida (confortável e morna), a pessoa &#8220;vai ficando&#8221;, sem se dar conta &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/ciladas-profissionais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 13px;"><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/ciladas-trabalho.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1724" title="ciladas trabalho" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/ciladas-trabalho-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><strong>por Adriana Gomes </strong></span></p>
<p><span style="font-size: 13px;">As pessoas sofrem com a tendência à acomodação. Não é natural procurar maneiras novas de fazer as mesmas coisas. Por se encontrar em uma zona conhecida (confortável e morna), a pessoa &#8220;vai ficando&#8221;, sem se dar conta de que o tempo passa e o mercado muda. Acreditar que a situação vá se transformar sozinha, sem que o profissional faça algo diferente, só complica a situação.</span></p>
<p>Descrevo abaixo algumas ciladas da vida profissional. Se elas estiverem acontecendo com você, vale a pena analisar se é conveniente permanecer na companhia, pois você pode estar perdendo a oportunidade de se desenvolver, colocando sua carreira em risco.</p>
<p><strong>Promoções prometidas que nunca acontecem:</strong> vejo isso com frequência. Na tentativa de manter o colaborador motivado, alguns gestores dizem que vão promover o funcionário, mas nunca cumprem a promessa. Converse com seu chefe e verifique, efetivamente, quais são as chances disso ocorrer e defina um prazo razoável.</p>
<p><strong>Não ter reconhecimento, pessoal ou público, sobre o trabalho:</strong> nem só de remuneração vivem as pessoas. Reconhecimento é importante, mas é comum gestores não elogiarem publicamente a contribuição da equipe. Permanecer em um lugar onde, apesar dos resultados, o reconhecimento não vem, pode gerar insegurança e baixa autoestima.</p>
<p><strong>Sentir-se &#8220;emburrecendo&#8221;:</strong> ter a percepção de que você não está aprendendo nada de novo, que não há incentivo e nem investimento para assumir novos desafios ou projetos, é outra cilada para a carreira. Certamente sua empregabilidade também estará comprometida.</p>
<p><strong>Não haver critérios claros para promoção:</strong> seu colega, com menos tempo de empresa, foi promovido, sem que você saiba o que falta para também atingir esse objetivo. É preciso receber da empresa referências sobre o que você precisa fazer efetivamente para mudar a situação.</p>
<p><strong>Não ter autonomia:</strong> realizar a mesma atividade por muito tempo e saber realizá-la com propriedade, sem que seu gestor delegue a você responsabilidades sobre a tomada de decisão, pode gerar insegurança para assumir maiores responsabilidades. Isso é uma cilada.</p>
<div><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/12265585.jpeg" alt="Divulgação" width="70" height="70" /><strong>Adriana Gomes</strong> é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2013/05/1276978-ciladas-profissionais.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/2013/05/1276978-ciladas-profissionais.shtml</a></p>
</div>
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		<title>Entrevista sobre o Dia do Trabalho para Rádio trans mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 21:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista sobre o Dia do Trabalho para Rádio trans mundial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/radio-transmundial.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1720" title="radio-transmundial" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/radio-transmundial.jpg" alt="" width="280" height="121" /></a></p>
<p>Entrevista sobre o Dia do Trabalho para Rádio trans mundial</p>
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		<title>A soma de dois medos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 19:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas atitudes que efetivamente podem enterrar a carreira de um profissional são o conformismo e a incapacidade de correr riscos. O primeiro é o comportamento que transforma as pessoas em reféns de si mesmas e do mundo que as cerca. &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/a-soma-de-dois-medos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/correr-risco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1706" title="correr risco" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/correr-risco.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
<p>Duas atitudes que efetivamente podem enterrar a carreira de um profissional são o conformismo e a incapacidade de correr riscos. O primeiro é o comportamento que transforma as pessoas em reféns de si mesmas e do mundo que as cerca. Trata-se de um estado de submissão, consciente ou não, que as torna incapazes de tomar decisões que as coloquem em situação de conflito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por medo de se expor, o profissional aceita condições, normas e regras nem sempre satisfatórias. Muitas vezes, ele mantém a sua própria opinião, mas assume publicamente a da maioria. A vontade é menor do que o receio. E, com o conformismo instalado, a capacidade de correr riscos simplesmente desaparece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Arriscar-se implica expor novos conceitos e projetos, mas se a pessoa crê que nada pode mudar, que ninguém vai escutar ou que ela pode sofrer retaliações e críticas, suas ideias já nascem mortas, mesmo que sejam boas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que alguém progrida profissionalmente, em um mundo altamente exigente e nervoso, essas duas questões devem ser trabalhadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você não irá muito adiante se não se arriscar: não estou me referindo a risco de morte, mas, sim, à confiança e à crença de que é possível fazer alguma coisa diferente e melhor em seu trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tenha coragem de conversar com seus superiores sobre suas ideias e sobre possibilidades de melhorias no seu setor ou ainda sobre sugestões de transferência para uma área pela qual você tem mais interesse. Prospecte trabalho em um segmento que seja mais atraente para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não espere por reconhecimento imediato e recompensas. Pense em fazer a diferença, em ser alguém que as pessoas consideram referência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio das redes sociais, temos hoje, mais do que nunca, possibilidades enormes de sermos &#8220;escutados&#8221;. Por isso, participe de fóruns, escreva suas ideias e compartilhe-as.Essas atitudes podem, no médio prazo, resgatar sua autoestima de maneira produtiva e positiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há muitos exemplos de pessoas que conseguiram transformar a própria carreira a partir de atitudes como essas. Mas isso não acontece sem conflitos ou riscos. Muito menos sem persistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/12265585.jpeg" alt="Divulgação" width="70" height="70" /></p>
<div>
<p><strong>Adriana Gomes</strong> é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.</p>
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<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1269552-a-soma-de-dois-medos.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1269552-a-soma-de-dois-medos.shtml</a></p>
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		<title>Retenção de Talentos a Todo Custo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 19:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Gomes (*) As relações de trabalho mudaram e as empresas continuam querendo que o profissional seja fiel apenas a ela. O que, de fato, elas ganham com isso?     Veja só que ironia. Na década de 80 as &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/retencao-de-talentos-a-todo-custo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/retencao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1699" title="retencao" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/05/retencao.jpg" alt="" width="369" height="329" /></a></h2>
<div>
<p><strong>Por Adriana Gomes</strong> (*)</p>
<h3>As relações de trabalho mudaram e as empresas continuam querendo que o profissional seja fiel apenas a ela. O que, de fato, elas ganham com isso?</h3>
<address> </address>
<address> </address>
<address>Veja só que ironia. Na década de 80 as empresas começaram a utilizar um discurso para seus funcionários que dizia praticamente o seguinte: “Agora, você deve ser o responsável pela sua carreira.” Nessa época as empresas praticamente decidiam o que fazer com a carreira de quem trabalhava lá. Foi uma época de demissões e downsizing.</address>
<address> </address>
<address>A empresa precisava enxugar e renovar o quadro de funcionários ela não precisava reter, pelo contrário, precisava ser mais ágil e competitiva.O funcionário, levou um susto, sentiu-se desamparado, perdido, pensando, e agora? Como faço para gerenciar a minha carreira? Nunca me ensinaram isso. Passados 30 anos, temos o efeito dessa medida enraizada e a empresa sofrendo com a dificuldade para reter os bons profissionais. As pessoas começaram a entender que nem sempre a segurança e estabilidade oferecidas pela empresas representava o melhor para elas.</address>
<address> </address>
<address>A possibilidade de sair e conhecer novas organizações e modelos de gestão, fez com que as pessoas adquirissem mais conhecimentos e possibilidades de escolhas.Os valores sociais mudaram, deixar uma grande empresa já não é sinal de fracasso, muito pelo contrário, é visto com bons olhos, sinal de que o profissional consegue se adaptar ao novo e que suas experiências anteriores podem ser fundamental para encontrar novas soluções e propor novas ideias e projetos.</address>
<address> </address>
<address>Para o trabalhador também essa experiência é enriquecedora, pois agrega conhecimentos novos, relações renovadas e mais experiência. Esse conjunto de fatores tornam o profissional mais seguro do que pode fazer e oferecer à um futuro empregador. Quando as pessoas ficam muito tempo em uma empresa acabam com a sensação de que estão deixando de aprender, que poderiam aprender mais em outra empresa. Nem sempre essa expectativa é correspondida, é fato, mas as pessoas preferem correr o risco e isso não é ruim.</address>
<address> Acontece que em muitas empresas existe um espírito meio rancoroso, por assim dizer, pois em sua política não aceitam ex-colaboradores de volta, o que pode ser uma miopia. Um ex-colaborador que escolhe retornar, pode ter avaliado que vale a pena continuar onde já esteve pois teve a oportunidade de viver outras experiências e preferir aquela organização a outra. Isso pode ser um estímulo para a relação de trabalho.</p>
<p>O que muitas organizações querem é reter seus trainees e estagiários a todo custo, pois não querem perder seus talentos para o mercado, limitando a possibilidade desses jovens viverem outras experiências. Avaliam que se ele foi embora o dinheiro investido foi perdido e jogado fora. Penso que esse é o caminho errado. Acredito que a empresa deve ser catalisadora das boas experiência nesse período e que deva ser um período muito rico e significativo pessoal e profissionalmente.</p>
<p>O papel dos programas de estágio e trainees deveria ser entendido o de co-construção da identidade profissional dos jovens, muito mais pensando na formação dos jovens do que na própria organização num primeiro momento e se eles quiserem ficar e nem olhar para outros empregadores será um opção deles.</p>
<p>O que vejo com frequência é que esse jovem é visto como mão de obra barata e muitas vezes não há nenhum programa de desenvolvimento. Assim, ele é tratado como alguém descartável e ele sabe disso. Sem perspectivas de crescimento ou reconhecimento a tendência é desmotivação e, naturalmente, a busca por oportunidades melhores.</p>
<p>Acredito que uma boa parte dos jovens devam sair e experimentar outras relações de trabalho e vivenciar outras culturas organizacionais e, se optarem por voltar para a empresa onde atuaram, isso sim, deve ser visto como um processo bem sucedido de seleção e treinamento de estagiários e trainees, pois significa que puderam conhecer o mercado e se conhecerem melhor e com isso optaram por voltar a organização de origem para dar continuidade ao processo de desenvolvimento profissional.</p>
<p>(*) <strong>Adriana Gomes</strong>. Professora, Mestre em Psicologia, pós-graduada em Psicologia Clínica, Psicóloga, (CRP 30.133), Coach certificada pela Lambent do Brasil e reconhecida pela ICC – International Coaching Community. Coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios da ESPM e do Centro de Carreiras da ESPM. Autora do Livro Mudança de Carreira e Transformação da Identidade, Colunista da Folha de S.Paulo, Blogueira do site <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/" rel="nofollow" target="_blank">www.vidaecarreira.com.br</a></p>
</address>
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		<title>Buscar o ouro</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 14:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#8220;As oportunidades estão em toda parte. Olhe pela janela e veja quanto ouro tem lá fora!&#8221; Eu costumava ouvir essa frase de um antigo chefe, para que eu exercitasse a percepção. Ter a capacidade de &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/buscar-o-ouro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1675" title="ouro" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/04/ouro.jpg" alt="" width="640" height="425" /></p>
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<p>&#8220;As oportunidades estão em toda parte. Olhe pela janela e veja quanto ouro tem lá fora!&#8221; Eu costumava ouvir essa frase de um antigo chefe, para que eu exercitasse a percepção. Ter a capacidade de perceber oportunidades onde as pessoas enxergam problemas exige ir além do óbvio aparente e ter interesse por conhecer e entender quais são as necessidades de pessoas, empresas ou segmentos.</p>
<p>É necessário estar atento para perceber como funciona determinado setor ou as mudanças de comportamento ao seu redor, seja nos hábitos de consumo seja no aumento de interesse em determinados temas.</p>
<p>Há empresas especializadas em estudos de tendências, mas, para gerir a carreira, valem os mesmo princípios, só que em uma escala menor. É bom mapear o mercado em que se atua, levantando e analisando as vagas disponíveis e comparando as exigências dos perfis. Ler com atenção os anúncios de vagas fornece indicativos interessantes dos problemas que as empresas enfrentam e quais conhecimentos são mais desejados.</p>
<p>É importante manter as leituras de jornais e revistas que tratam sobre macroeconomia e economia geral para perceber qual é a movimentação do mercado. Com esses dados, levante hipóteses, encadeie pensamentos e faça conexões. Infelizmente, nossa educação formal não estimula os alunos a fazer esse exercício, que é permanente: só assim o ouro pode ser visto.</p>
<p>Há varias maneiras de aguçar a percepção. Na maioria das vezes, isso está ligado às experiências de vida -relacionamentos dentro e fora do trabalho e práticas não profissionais, como esportivas, culturais, artísticas e de leitura.</p>
<p>A partir desse repertório, é possível identificar e resolver novos problemas.</p>
<p>Sem essa vivência mínima, essas conexões vão ficando empobrecidas e a capacidade imaginativa torna-se deficitária. Concentrar a atenção e a energia em apenas um assunto ou área dificulta a identificação de novos caminhos. Algumas atitudes que ajudam a desenvolver a percepção são a curiosidade pelo novo, a capacidade de explorar e de investigar e a motivação por desafios. E fazer perguntas e suportar não ter as respostas.</p>
<div><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/12265585.jpeg" alt="Divulgação" width="70" height="70" /><strong>Adriana Gomes</strong> é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.</p>
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<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1261863-buscando-o-ouro.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1261863-buscando-o-ouro.shtml</a></p>
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		<title>Agir para mudar</title>
		<link>http://www.vidaecarreira.com.br/agir-para-mudar/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 00:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só pensar em mudar, não vai mudar a sua trajetória. É preciso coragem em um plano de ação Recebi algumas mensagens de leitores me perguntando sobre como fazer um plano de ação para a carreira. Primeiramente, é preciso ter um &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/agir-para-mudar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/04/russia-business-offer-5.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1671" title="Plano de Ação" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/04/russia-business-offer-5.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>Só pensar em mudar, não vai mudar a sua trajetória. É preciso coragem em um plano de ação</h2>
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<div id="___plusone_0">Recebi algumas mensagens de leitores me perguntando sobre como fazer um plano de ação para a carreira. Primeiramente, é preciso ter um objetivo claro &#8211;identificar o que está incomodando de fato na vida profissional para que o foco de suas ações seja bem definido.</div>
</div>
</div>
<p>Faça uma relação do que você pode, de fato, fazer para mudar essa situação. Tente não depender de terceiros. As soluções podem variar de uma conversa sincera com pares e superiores, buscando melhorar a situação atual, uma análise junto à sua empresa sobre as perspectivas de mudança de setor ou mesmo uma revisão salarial. Se você receber uma proposta, apresente-a ao seu gestor e avalie suas reais perspectivas.</p>
<p>Caso queira mudar de empresa, pois não identifica nenhuma possibilidade de melhora, é importante se autoavaliar em relação ao mercado. Pesquise vagas nas suas áreas de interesse e entenda o que o mercado exige para profissionais que vão ocupar aquela posição. Avalie seus pontos fortes e fracos: o que você faz muito bem? De que maneira poderá ser útil ao seu futuro empregador?</p>
<p>Seu foco nesse momento é entender as necessidades do seu empregador. Elabore um currículo objetivo, de no máximo duas páginas, com destaque para experiências, habilidades e resultados obtidos. Fale com pessoas-chave da sua rede de contatos que possam indicar profissionais ou empresas nas quais você tenha interesse. Não peça emprego: peça dicas e sugestões. Invista em atualização e mãos à obra.</p>
<div><img src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/negocios/12265585.jpeg" alt="Divulgação" width="70" height="70" /><strong>Adriana Gomes</strong> é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.<a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1254850-agir-para-mudar.shtml?fb_action_ids=10200475584523858&amp;fb_action_types=og.recommends&amp;fb_source=other_multiline&amp;action_object_map=%7B%2210200475584523858%22%3A548077758570687%7D&amp;action_type_map=%7B%2210200475584523858%22%3A%22og.recommends%22%7D&amp;action_ref_map=%5B%5D">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1254850-agir-para-mudar.shtml?fb_action_ids=10200475584523858&amp;fb_action_types=og.recommends&amp;fb_source=other_multiline&amp;action_object_map=%7B%2210200475584523858%22%3A548077758570687%7D&amp;action_type_map=%7B%2210200475584523858%22%3A%22og.recommends%22%7D&amp;action_ref_map=%5B%5D</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>INDÚSTRIA DO DIAGNÓSTICO</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 22:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem dúvida, a indústria de testes psicológicos e instrumentos de diagnóstico -aqueles que não são necessariamente de domínio dos psicólogos, e que qualquer pessoa com treinamento ou certificação pode ser capacitada a aplicar- fatura muito. &#160; Há, nessa área, forte &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/industria-do-diagnostico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, a indústria de testes psicológicos e instrumentos de diagnóstico -aqueles que não são necessariamente de domínio dos psicólogos, e que qualquer pessoa com treinamento ou certificação pode ser capacitada a aplicar- fatura muito.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/03/FB-testes.png"><img class="alignleft size-large wp-image-1657" title="FB testes" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2013/03/FB-testes-1024x754.png" alt="" width="640" height="471" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há, nessa área, forte tendência ao reducionismo. Busca-se, por meio desses instrumentos, respostas rápidas para questões nem sempre simples, seja para contratação, promoção ou mapeamento eficaz de competências do profissional. Muitos aplicadores não percebem a abrangência e o impacto que tais &#8220;testes&#8221; podem causar nas pessoas que se submetem a eles.</p>
<p>Ouço histórias, não muito felizes,</p>
<p>de quem passou por longas baterias e não recebeu informação devolutiva nenhuma ou que não entendeu porque não foi aceito. É comum que as empresas se concentrem mais no instrumento do que em investir tempo escutando a pessoa. O foco está no teste e não na relação.</p>
<p>Não sou apreciadora de testes e acredito que qualquer instrumento de diagnóstico deva servir como ponto de partida par</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>a investigações mais aprofundadas e que levem a pessoa a reflexões e ao processo de autoconhecimento, para que ela aja em busca de seus objetivos e propósitos.</p>
<p>É direito do profissional receber devolutiva dos testes e fazer perguntas para entender o que está sendo, de fato, avaliado ou mapeado. Peça informações ao aplicador e à empresa: isso não deve ser segredo.</p>
<p>Instrumentos não representam verdades absolutas -é importante que pessoas que o conhecem também validem os resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Adriana Gomes é mestre em psicologia social e do trabalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM e fundadora do site www.vidaecarreira.com.br. Escreve aos domingos, a cada duas semanas, no caderno &#8216;Negócios, Empregos e Carreiras&#8217;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1247253-testes-reducionistas.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/adrianagomes/1247253-testes-reducionistas.shtml</a></p>
<script src="http://connect.facebook.net/en_US/all.js#xfbml=1"></script><fb:like href="http%3A%2F%2Fwww.vidaecarreira.com.br%2Findustria-do-diagnostico%2F" send="true" width="450" show_faces="true" font=""></fb:like>]]></content:encoded>
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