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	<title>Vida e Carreira</title>
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	<description>por Adriana Gomes</description>
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		<title>Escolas criam serviços para incrementar a pós-graduação</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Carmen Nery &#124; Para o Valor, de São Paulo  Renata Daflon, herdeira da gráfica Holográfica, aluna do MBA Executivo do Ibmec, participou de um curso na Babson, escola americana com foco em empreendedorismo  Para enriquecer a grade curricular, as &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/escolas-criam-servicos-para-incrementar-a-pos-graduacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="cboxOverlay" style="display: none;"></div>
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<h4>Por <strong>Carmen Nery | P<a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/87195.jpg"><img class=" wp-image-1254 alignleft" title="AA021662" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/87195-300x198.jpg" alt="" width="389" height="302" /></a>ara o Valor, de São Paulo</strong></h4>
<div id="node-body">
<p> Renata Daflon, herdeira da gráfica Holográfica, aluna do MBA Executivo do Ibmec, participou de um curso na Babson, escola americana com foco em empreendedorismo</p>
<div>
<div>
<p> Para enriquecer a grade curricular, as principais instituições de pós-graduação em educação executiva vêm ampliando cada vez mais as atividades agregadas como orientação de carreira, cursos de empreendedorismo, intercâmbio e viagens de aprendizado e imersões práticas.</p>
<p>O objetivo é criar um ambiente o mais próximo possível da realidade do mercado de trabalho, além de fazer com que os alunos se relacionem em rede, explorem seus pontos fortes e conheçam o que precisa ser melhorado.</p>
<p>&#8220;Por mais completo que um curso seja, o trabalho de campo é essencial&#8221;, diz Mauro Kahn gerente executivo do MBA de Petróleo (MBP Master Business Petróleo) e de meio ambiente (MBE Master Business Environment) da Coppe/UFRJ.</p>
<p>Os cursos oferecem visitas técnicas a plataformas de petróleo, estações de tratamento de afluentes e resíduos sólidos, e também a empresas.</p>
<p>&#8220;Tentamos ficar cada vez mais próximos da realidade. As dinâmicas de grupo envolvem discussão de casos e simulam uma audiência pública ou uma auditoria ambiental nos cursos de meio ambiente. No de petróleo, simulamos uma licitação da ANP ou discutimos a viabilidade econômica e financeira de projetos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Também na Coppe, o MBA em gestão do conhecimento e inteligência empresarial estimula, sobretudo, o relacionamento em rede por meio de workshops de inovação e empreendedorismo. O programa conta com a participação de fundos de venture capital, agências de fomento e empresários que tiveram ideias que se transformaram em negócios de sucesso, como Jorge Alberto Reis, fundador do Ingressos.com e ex-aluno do curso.</p>
<p>&#8220;Um dos objetivos do MBA é estimular a inovação. Nos workshops são discutidos não apenas exemplos de sucesso, mas também de fracasso. Estes, inclusive, são os que mais atraem os alunos, pois geralmente se aprende mais com os erros&#8221;, diz Marcos Cavalcanti, coordenador do MBA. &#8220;Apostamos na construção coletiva do conhecimento para a gestão de uma empresa que não está mais em um mundo industrial. Hoje, o principal fator de produção é o conhecimento para o qual a lógica da colaboração faz mais sentido&#8221;, ressalta.</p>
<p>Na ESPM, os alunos do MBA Executivo têm a sua disposição uma série de oficinas que visam aprimorar o desenvolvimento profissional. Elas são promovidas pela ESPM Carreiras e incluem técnicas de autoconhecimento, empreendedorismo, divulgação de currículo, networking e redes sociais.</p>
<p>O objetivo, segundo <strong>Adriana Gomes, coordenadora do ESPM Carreiras</strong> e do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, é fazer o aluno refletir sobre as suas escolhas, seus valores e crenças e o que vêm fazendo ao longo da vida.</p>
<p>&#8220;O modelo educacional do país leva as pessoas a tomarem decisões muito cedo, sem conhecimento do mercado de trabalho. Muitas vezes a frustração aparece antes mesmo da entrada no mercado de trabalho, ainda na graduação.&#8221;</p>
<p><strong><em>Para Adriana, a pós-graduação pode servir como um caminho alternativo de mudança de carreira. Um dos módulos, por exemplo, é o de empreendedorismo, que já é uma realidade como opção profissional. &#8220;A oficina ajuda a avaliar as habilidades de empreender. Não basta ter boa vontade e dinheiro, mas iniciativa e persistência&#8221;, alerta. Os módulos de preparação de currículo e de networking, por sua vez, ajudam os alunos a prospectar oportunidades e a se comportar nas redes sociais.</em></strong></p>
<p>&#8220;Muitas consultorias usam esses sites para avaliar perfis. Áreas como tecnologia da informação, por exemplo, têm mais de 90% das vagas recrutadas no Linkedin, que pode ser uma excelente vitrine para as pessoas se apresentarem de uma forma positiva, participando de fóruns e grupos de discussão&#8221;, analisa.</p>
<p>O Ibmec também oferece oficinas gratuitas com orientações sobre como desenvolver um bom currículo e como se comportar em uma entrevista, além de workshops com profissionais do mercado de trabalho. &#8220;Essas atividades mostram como o aluno está projetando a sua carreira e como ele pode identificar as suas competências&#8221;, diz Ruth Duarte, gerente de carreiras do Ibmec.</p>
<p>A instituição também vem apostando em intercâmbio com escolas de negócios fora do país. O primeiro convênio foi fechado com a Babson, uma das maiores escolas de empreendedorismo do mundo, localizada em Wellesley, perto de Boston, nos Estados Unidos.</p>
<p>Os alunos de MBA podem agregar um módulo internacional que inclui uma semana de imersão com aulas de empreendedorismo e visitas técnicas a empresas. &#8220;O curso foi formatado em conjunto pelo Ibmec e o Babson para trabalhar uma nova mentalidade empreendedora com foco no aspecto comportamental de empreendedores de sucesso. É um curso mais operacional e de &#8216;ação&#8217; do que teórico&#8221;, descreve José Luiz Trinta, coordenador nacional de educação executiva do Ibmec.</p>
<p>A Fundação Getulio Vargas (FGV) também oferece a possibilidade de intercâmbio internacional no curso de direito. São módulos disponíveis em mais de 20 instituições no EUA, Europa, América Latina e Ásia. Alguns são gratuitos e os alunos só pagam estadia e passagens. Em 2011 foi iniciado um módulo na Universidade da Califórnia para um programa de três semanas de direito internacional com hospedagem no campus e visitas a escritórios de advocacia.</p>
<p>O curso engloba arbitragem e mediação, direito ambiental, propriedade intelectual, governança global e inglês jurídico. &#8220;A FGV também tem convênio com a Queen Mary University para recomendação de alunos que, se passarem no processo seletivo, têm bolsa integral para um mestrado de 12 meses&#8221;, diz Rodrigo Viana, Coordenador de Pós-graduação da FGV Direito.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Valor.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1256 alignleft" title="Valor" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Valor-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.valor.com.br/impresso/eu-carreira/escolas-criam-servicos-para-incrementar-pos-graduacao">http://www.valor.com.br/impresso/eu-carreira/escolas-criam-servicos-para-incrementar-pos-graduacao</a></p>
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		<title>Como dar feedback para os funcionários?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 00:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Feedback]]></category>
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		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Vida e Carreira Portal Exame Dicas da especilista]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista alerta os gestores sobre o que não fazer na hora desta conversa Respondido por Adriana Gomes, especialista em gestão de pessoas O feedback é, na minha opinião, a melhor ferramenta de gestão nas mãos de bons gestores. Porém, o &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-dar-feedback-para-os-funcionarios/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Especialista alerta os gestores sobre o que não fazer na hora desta conversa</h3>
<p><em>Respondido por<em> </em><strong>Adriana Gomes,</strong> especialista em gestão de pessoas</em></p>
<p>O <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/feedback" target="_blank">feedb</a><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/feedback2.jpg"><img class="wp-image-1249 alignleft" title="feedback2" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/feedback2-150x150.jpg" alt="" width="360" height="237" /></a><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/feedback" target="_blank">ack</a></strong> é, na minha opinião, a melhor ferramenta de gestão nas mãos de bons gestores. Porém, o feedback não pode ser confundido com “dar bronca”, “chamar atenção” ou “criticar”.</p>
<p>Não há tradução exata da palavra para o português, mas pode-se dizer que é uma oportunidade para transmitir a sua percepção a respeito do desempenho do trabalho de outra pessoa e suas ações e resultados. É uma chance de melhorar a relação pessoal ou profissional, para que ela seja mais satisfatória para ambos no ambiente de trabalho e fora dele também, se possível.<br />
Os gestores podem buscar cursos para aprender como dar feedback de forma adequada. Muitos me perguntam se devem pedir feedback para seus gestores e isso me dá frio na espinha. A conversa deve existir, mas muitos gestores fogem dela, pois nem sabem o que e como dizer. A comunicação é muito difícil.</p>
<p>A situação pode piorar quando o gestor diz que vai dar feedback e tende a ser crítico ou agressivo e a conversa vira uma oportunidade para descarregar uma forte carga emocional, provocando reações de ressentimento e até mesmo agressão. Transformando o que poderia ser uma ótima oportunidade de reflexão e aprendizado num detonador de desentendimentos e mágoas.</p>
<p>Sugestão aos gestores: não tratem o tema como algo simples e que “todo mundo sabe fazer”. Procure mais informações e certamente a relação com seus colaboradores mudará.</p>
<div><img title="Adriana Gomes, especialista em RH" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41160/original_adriana-gomes.jpg" alt="Adriana Gomes, especialista em RH" width="80" height="80" /><em><strong>Adriana Gomes</strong> é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM. </em></div>
<h5><em><em> Envie suas dúvidas sobre gestão de pessoas para </em></em><em><em><strong><a href="mailto:examecanalpme@abril.com.br">examecanalpme@abril.com.br</a></strong></em></em></h5>
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		<title>Desemprego é melhor do que emprego ruim, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento de carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas ficam mais felizes quando estão desempregadas do que quando têm um trabalho insatisfatório, diz pesquisa RIO &#8211; Ter um trabalho é sempre melhor do que ficar desempregado, certo? De acordo com uma pesquisa feita na Austrália, a resposta é &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/desemprego-e-melhor-do-que-emprego-ruim-diz-pesquisa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Pessoas ficam mais felizes quando estão desempregadas do que quando têm um trabalho insatisfatório, diz pesquisa<a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sem-gravata.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1241" title="sem gravata" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sem-gravata.jpg" alt="" width="493" height="246" /></a></h4>
<p>RIO &#8211; Ter um trabalho é sempre melhor do que ficar desempregado, certo? De acordo com uma pesquisa feita na Austrália, a resposta é não. Depois de acompanhar 7.155 homens e mulheres entre 20 e 55 anos de idade, os pesquisadores Peter Butterworth, Lyndall Strazdins e Bryan Rodgers, do Centro de Pesquisas em Saúde Mental da Universidade Nacional da Austrália, concluíram que as pessoas são mais felizes quando estão sem emprego nenhum do que quando estão em um trabalho ruim.</p>
<p>Os cientistas consideram que um emprego com características como ambiente desfavorável, salários baixos, forte pressão e alta complexidade tem baixa qualidade psicossocial e, por isso, impacta negativamente a saúde mental dos trabalhadores. O resultado da pesquisa mostrou que os desempregados apresentam melhor saúde mental do que os mal empregados. Especialistas brasileiros concordam com o estudo australiano, mas ressaltam as diferenças culturais e econômicas entre os dois países.</p>
<p><strong>As pessoas podem chegar a adoecer por causa de uma relação de trabalho ruim. Há muito sofrimento, por questões como assédio moral, condições adversas, salários injustos, ambiente altamente competitivo, entre outros aspectos. Muitas vezes, se afastar de uma situação estressante vai trazer alívio &#8211; afirma Adriana Gomes, diretora do site Vida e Carreira.</strong></p>
<p>Para Fernando Serra, diretor de produtos da HSM Educação, a maior parte das pessoas é infeliz em seu trabalho, mas acaba não tomando nenhuma atitude em relação ao problema.</p>
<p>Isso acontece porque as empresas estão com uma forte visão de curto prazo, existe uma pressão muito grande &#8211; acredita Serra, para quem o contexto da pesquisa deve ser levado em conta. &#8211; No Brasil, sair de um emprego ruim pode trazer alívio momentâneo, mas logo as contas vão aparecer. Por isso, a grande maioria permanece no emprego, mesmo estando infeliz. Já na Austrália, quando você perde um emprego, há mais estabilidade e um auxílio-desemprego que é digno. Lá também há menos pressão social: não é tão vergonhoso ficar sem trabalho quanto é aqui &#8211; pondera.</p>
<p>Mas a infelicidade no trabalho pode, de fato, se traduzir em problemas de saúde, provocando afastamentos por licenças médicas.</p>
<p>Sofremos influência direta do meio onde vivemos. É visível o desconforto físico e emocional de alguns profissionais quando sentem-se oprimidos executando sua tarefas de rotina na empresa. Nesses casos, não é incomum haver problemas de pressão arterial, na pele, coluna, estômago, depressão, estresse, síndrome do pânico, além de vários outros de fundo nervoso &#8211; diz a coach Waleska Farias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas será que pedir demissão, então, é realmente a melhor maneira de combater a insatisfação?</p>
<p>Sem dúvida, pedir demissão vale a pena se estiver infeliz e partir para buscar outra coisa. Muitas pessoas se acomodam e não fazem esse movimento. Mas, antes disso, é fundamental fazer uma autoanálise e buscar entender o porquê de tanta insatisfação. Se for difícil avaliar sozinho, vale recorrer a um especialista em carreiras ou a um coach &#8211; acredita Serra.</p>
<p><strong>A autoanálise também é importante na visão de Adriana Gomes, do site Vida e Carreira.</strong></p>
<p>- Muitas vezes é difícil identificar que os sintomas como depressão ou problemas de saúde estão associados às relações de trabalho. É importante saber identificar o que causa esses sintomas, porque é possível, sim, ser feliz no trabalho &#8211; conclui Adriana</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/o-globo.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1243" title="o globo" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/o-globo-150x91.jpg" alt="" width="63" height="40" /></a><a href="http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/emprego/desemprego-melhor-do-que-emprego-ruim-diz-pesquisa-3511252">http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/emprego/desemprego-melhor-do-que-emprego-ruim-diz-pesquisa-3511252</a></p>
<p>27/01/2012 &#8211; 14h00 | O Globo</p>
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		<title>Habilidade social é fundamental para crescer na carreira</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 22:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
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		<description><![CDATA[ Imagine a cena: em uma empresa, existem dois profissionais que concorrem a um cargo de gestor. O primeiro é muito competente tecnicamente, mas não tem habilidade social. Já o outro não é tão competente na parte técnica, mas sabe tudo &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/habilidade-social-e-fundamental-para-crescer-na-carreira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/relacionamento-interpessoal.jpg-grande.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1235" title="relacionamento interpessoal.jpg grande" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/relacionamento-interpessoal.jpg-grande.jpg" alt="" width="363" height="304" /></a> Imagine a cena: em uma empresa, existem dois profissionais que concorrem a um cargo de gestor. O primeiro é muito competente tecnicamente, mas não tem habilidade social. Já o outro não é tão competente na parte técnica, mas sabe tudo quando se trata de relacionamento. Qual deles será promovido?</p>
<p>A resposta, de acordo com a coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvinento de Pessoas da pós-graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing),<strong> Adriana Gomes</strong>, é que o segundo profissional tem mais chances de ganhar o cargo. A explicação dada pela especialista é que, apesar de o profissional não ter tanto conhecimento técnico, ele será um bom gestor, pois tem habilidade de lidar com as pessoas, quesito fundamental para quem quer ocupar um cargo de liderança um dia. “Com isso, ele consegue montar uma equipe que supra as suas necessidades”.</p>
<p>Já o gestor sem habilidade pode causar conflitos dentro da empresa, por não passar informações corretamente, não saber delegar, cobrar resultados e reconhecer um bom funcionário. Atividade que exerce Em algumas atividades, a falta de habilidade social é bem mais grave do que em outras. Geralmente, nas profissões em que existe um contato maior com o público, não saber se relacionar e se comunicar é quase um “suicídio profissional”.</p>
<p>Já em áreas mais administrativas, como contabilidade ou análise de dados, a falta de habilidade social é prejudicial, mas nem tanto. “Mas estes profissionais, apesar de não interagirem com o público, não podem esquecer que precisam se comunicar com os pares e gestores”. A gestora do Instituto Personal Service, Fátima Sanchez, acrescenta que quem não tem habilidade social fica estigmatizado pelos colegas. “Ele é visto como o antissocial, mal educado, emburrado, o que está sempre de cara fechada”.</p>
<p>Vale ressaltar que ter habilidade social não significa ser extrovertido e falante no ambiente de trabalho. Este tipo de profissional, apesar de ser bem visto entre colegas, pode prejudicar o desenvolvimento das atividades. Como mudar Fátima explica que a falta de habilidade social pode ser uma característica pessoal do profissional ou um descontentamento momentâneo com o trabalho, com a empresa ou com a carreira. “Existem pessoas que não se esforçam, porque não gostam do que fazem”.</p>
<p>Como alguns profissionais não nascem com esta habilidade, é possível aprendê-la. Mas, para isso, as especialistas explicam que é necessário, antes de tudo, ter consciência da falta de preparo para se relacionar e se comunicar com as pessoas.</p>
<p>Para Adriana, esta consciência é percebida por meio de feedback dados pelos chefes diretos deste profissional. “Um feedback bem feito sempre tem o intuito de melhorar o desempenho do profissional”. Após perceber que falta esta habilidade, Fátima aconselha que o profissional procure um coach ou até mesmo um acompanhamento psicológico. “Com ajuda, é possível lapidar este profissional”.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/infomaney-jpeg.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1237" title="infomaney jpeg" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/infomaney-jpeg.png" alt="" width="144" height="56" /></a></p>
<p><a href="http://www.infomoney.com.br/etica-profissional/noticia/2317478-habilidade+social+fundamental+para+crescer+carreira">http://www.infomoney.com.br/etica-profissional/noticia/2317478-habilidade+social+fundamental+para+crescer+carreira</a></p>
<p>19 de janeiro de 2012 • 14h02 Por: Karla Santana Mamona SÃO PAULO</p>
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		<title>Pequenas empresas podem ser as melhores para trabalhar?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 00:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes]]></category>
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		<category><![CDATA[vida e Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista fala sobre as características das melhores empresas para os funcionários Pequenas empresas podem ser as melhores para trabalhar? Respondido por Adriana Gomes, especialista em gestão de pessoas Uma das características das maiores empresas é a transparência nas políticas, o &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/pequenas-empresas-podem-ser-as-melhores-para-trabalhar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/logo-portal-exame.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1229" title="logo-portal-exame" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/logo-portal-exame.jpg" alt="" width="321" height="61" /></a>Especialista fala sobre as características das melhores empresas para os funcionários</p>
<p>Pequenas empresas podem ser as melhores para trabalhar?</p>
<p><em>Respondido por<em> </em><strong>Adriana Gomes,</strong> especialista em gestão de pessoas</em></p>
<p>Uma das características das maiores empresas é a transparência nas políticas, o que pode ser a principal dificuldade das <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/pequenas-empresas" target="_blank">pequenas empresas</a></strong>. Sempre ouço reclamações dos clientes e de alunos sobre o quanto, ainda hoje, as políticas da empresa são afetadas pelo estado de humor de seus gestores.</p>
<p>O departamento de <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/recursos-humanos" target="_blank">Recursos Humanos</a></strong>, quando existe em pequenas e médias empresas, funciona como um subsistema voltado para folha de pagamento.</p>
<p>As pessoas entendem quando as regras são claras e quando funcionam para todos, sem protecionismos nem exceções. Assim, os empregados entendem muito bem uma área de RH que atue em parceria, seja um facilitador e defina e divulgue as políticas de funcionamento da relação de trabalho.</p>
<div id="attachment_1230" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lupa.jpg"><img class="size-full wp-image-1230" title="lupa" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lupa.jpg" alt="" width="245" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Transparência nas relações profissionais</p></div>
<p>A transparência é a essência para um bom ambiente de trabalho. Seja transparente para definir o modelo de gestão. A maioria das melhores empresas para trabalhar valorizam as competências e contam com planos de carreira, remuneração e benefícios bem definidos.</p>
<p>As pessoas tendem a trabalhar melhor quando sabem para onde estão indo. As pequenas empresas perdem tempo com conflitos sobre questões que, muitas vezes, não existiriam se a relação com os funcionários fosse mais transparente.</p>
<div><img class="alignleft" title="Adriana Gomes, especialista em RH" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41160/original_adriana-gomes.jpg" alt="Adriana Gomes, especialista em RH" width="80" height="80" /></div>
<h5><em><strong> Adriana Gomes</strong> é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM. </em></h5>
<h5><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/pequenas-empresas-podem-ser-as-melhores-para-trabalhar">http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/pequenas-empresas-podem-ser-as-melhores-para-trabalhar</a></h5>
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		<title>Criação coletiva: rompendo o paradigma do “perfil inovador”</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 22:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes; Vida e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[equipes multifuncionais]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho em equipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambiente favorável e equipes heterogêneas determinam o sucesso da criatividade e inovação em equipe Olhe para a equipe que você tem a sua volta e pense: quantas pessoas lhe parecem realmente criativas?  Poucas? Agora pense nas atividades da empresa as &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/criacao-coletiva-rompendo-o-paradigma-do-perfil-inovador/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
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<div><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/MPj039935300001.jpg"><img class="alignright  wp-image-1219" title="People Putting Hands Together to Show Solidarity" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/MPj039935300001.jpg" alt="" width="248" height="617" /></a></div>
<div>
<h4 style="text-align: center;"><strong><em>Ambiente favorável e equipes heterogêneas determinam o sucesso da criatividade e inovação em equipe</em></strong></h4>
<p>Olhe para a equipe que você tem a sua volta e pense: quantas pessoas lhe parecem realmente criativas?  Poucas? Agora pense nas atividades da empresa as quais você realmente imagina que a criatividade seja uma ferramenta fundamental. Poucas também?</p>
<p>Um dos mitos presentes no mundo corporativo, apontados por Dorothy Leonard e Walter Swap no livro “Centelhas incandescentes: estimulando a criatividade em grupos”, é o de imaginar que a produção criativa depende, necessariamente, da atuação de poucos indivíduos e setores dentro da empresa.</p>
<p>Para os autores, com esforços de líderes e gestores é possível que pessoas “comuns” formem equipes potencialmente criativas, até mesmo nos setores mais burocráticos e rotineiros. “Nem todas as organizações têm &#8216;pessoas criativas&#8217; designadas oficialmente, mas com certeza existem indivíduos especialmente criativos e sua contribuição para os grupos não deve ser minimizada”, explicam os autores no livro.</p>
<p><strong>Liderança criativa</strong></p>
<p>Com o aumento da concorrência, a criatividade tem sido vista como a principal ferramenta estratégica para empresas que buscam agregação de valor em seus produtos e serviços. Mas para Hugo Rodrigues, da Publicis, a criatividade deve ser vista apenas como mais uma ferramenta na busca pela inovação, complementada na equipe por estudos,vontade de superar e um estado de insatisfação permanente. O executivo acumula os cargos de COO (Chief Operating Officer) e CCO (Chief Cretive Officer) para as agências Publicis Brasil, Salles Chemistri e Publicis Dialog.</p>
<p>“Acredito mais na disciplina para gerar resultado do que no talento. Existem mais pessoas disciplinadas, dedicadas e trabalhadoras que são vitoriosas do que pessoas que só tem talento e são vitoriosas&#8221;, diz. O gestor lembra que as pessoas que são essencialmente geniais representam apenas 1% da população mundial e explica que a formação de suas equipes não é baseada em talentos, mas sim, no quanto ela poderá ser inovadora para as necessidades do cliente com o qual irá trabalhar.</p>
<p>“Existem pessoas que não são gênios, mas que tem grande capacidade criativa, e pessoas comuns, mas que com dedicação atingem resultados excelentes. Busco mesclar essas diferentes personalidades para potencializar a capacidade das equipes que administro”, explica.</p>
<p><strong>Espaço para novas ideias</strong></p>
<p><em><strong>Assim como o trabalho com equipes multifuncionais, para Adriana Gomes, professora da pós-Graduação da ESPM, é preciso que as empresas que buscam a inovação criem um ambiente favorável ao compartilhamento de ideias, baseado mais em experiências do que em simples resultados.</strong></em></p>
<p>“A partir do momento que a cultura da empresa conta com a possibilidade do erro, cria-se um espaço de aprendizagem permanente, que convida ao surgimento de novas ideias e experimentações”, comenta.<br />
Nesse sentido, Natália comenta que no Brasil o perfil dos líderes ainda é um grande impasse para que as empresas saiam do discurso e partam definitivamente para uma cultura de colaboração. “Ainda encontramos muitos CEOs ‘castradores’, que na busca de um ganho individual, centralizam ideias e impedem que os funcionários manifestem seus pensamentos. No Brasil, só encontramos o estímulo ao compartilhamento de ideias em multinacionais e empresas de vanguarda , como as de telefonia e telecomunicações”, afirma.</p>
<p>Ela defende que empresas que buscam a inovação persigam líderes com perfil de educadores, aptos a lidar com diferentes perfis e trabalhar com soluções eficazes, porém inesperadas. Já Hugo lembra ainda que é importante que as empresas aprendam a identificar onde está sua maior necessidade de inovação, antes de definir quais serão os gestores de suas equipes.</p>
<p>“A empresa em que trabalho tem uma veia criativa e por isso apostou em mim, um criativo, para ser líder”, exemplifica o gestor que também é redator publicitário e que no início deste ano se tornou primeiro criativo na história da marca Publicis na América Latina a assumir a gestão das três agências.</p>
<p><strong><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/HSM.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1221" title="HSM" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/01/HSM.jpg" alt="" width="160" height="160" /></a>Portal HSM</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Como incentivar seus funcionários a serem mais criativos?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio Próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança de equipes]]></category>
		<category><![CDATA[vida e Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Respondido por Adriana Gomes, especialista em gestão de pessoas Um gestor não deve imaginar que a criatividade na empresa aconteça por decreto ou através de um e-mail corporativo. Há muito trabalho para se criar o ambiente e o clima que &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-incentivar-seus-funcionarios-a-serem-mais-criativos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Respondido por<em> </em><strong>Adriana Gomes,</strong> especialista em gestão de pessoas</em></p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_treinamento-600.jpg"><img title="size_590_treinamento-600" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_treinamento-600.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a>Um gestor não deve imaginar que a <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/criatividade" target="_blank">criatividade</a></strong> na empresa aconteça por decreto ou através de um e-mail corporativo. Há muito trabalho para se criar o ambiente e o clima que verdadeiramente promovam e incentivem as pessoas a serem criativas. O gestor tem uma parcela fundamental no encorajamento ou aniquilação desse ambiente.</p>
<p>Peça sugestões e ideias. Apresente uma proposta e objetivos realísticos. A falta de clareza é uma das falhas comuns nas organizações e dificulta a avaliação do desempenho da equipe.</p>
<p>Escute e não critique. Esteja aberto à inovação. Se for para fazer do seu jeito, não precisa pedir ideias. A atitude do gestor é fundamental, principalmente deixando claro que aceita mudanças que agregam valor ao negócio e aos próprios funcionários. Escutar sem criticar encoraja as pessoas.</p>
<p>Valorize as boas ideias e compartilhe. Se uma ideia for aceita, valorize o seu colaborador ou equipe, dê a ele ou ao time que propôs a ideia o mérito e incentive a implantação. As pessoas se sentirão mais motivadas e integradas à organização.</p>
<p>Aceite o risco de uma ideia nova. Mesmo sendo excelente na teoria, não quer dizer que seja da mesma forma na prática, assim, encarar o erro como forma de aprendizado pode ser tão estimulante quando o sucesso em si. Ninguém gosta de errar, assim, mesmo se o resultado final de uma iniciativa não for exatamente o sonhado, valorize o empenho e estimule sua equipe a não desistir.</p>
<p>Tenha a visão. Grandes <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/empreendedores" target="_blank">empreendedores</a></strong>, como <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/steve-jobs" target="_blank">Steve Jobs</a></strong>, tinham ideia de onde queriam chegar e conseguiam que a equipe acompanhasse sua visão. Cada um com sua expertise pode contribuir de maneira diferente para o resultado final.</p>
<p>Seja acessível e dê feedback. Permita que as pessoas tragam sugestões, mesmo que pareçam meio estranhas no começo. Diga que vai pensar sobre o assunto, pense mesmo e dê feedback. Isso faz com que os colaboradores percebam que você está realmente interessado nas sugestões deles e mantenham o entusiasmo e a motivação.</p>
<p>Comemore e recompense. É importante comemorar com a equipe as conquistas atingidas, bem como recompensar. Um bônus é uma das possibilidades, mas sendo criativo, há outras compensações menos onerosas e fortemente estimulantes para pessoas criativas.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/logo-portal-exame1.jpg"><img class="alignright  wp-image-1214" title="logo-portal-exame" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/logo-portal-exame1.jpg" alt="" width="222" height="37" /></a><img class="alignleft" title="Adriana Gomes, especialista em RH" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41160/original_adriana-gomes.jpg" alt="Adriana Gomes, especialista em RH" width="80" height="80" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><em><strong> Adriana Gomes</strong> é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM. </em></h5>
<h5><em><em> Envie suas dúvidas sobre gestão de pessoas para </em></em><em><em><strong><a href="mailto:examecanalpme@abril.com.br">examecanalpme@abril.com.br</a></strong></em></em></h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Como melhorar o clima de trabalho na sua empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 22:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[vida e Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o que fazer para ter funcionários envolvidos em um ambiente mais agradável e produtivo &#160; São Paulo &#8211; Fofoca, estresse e descontentamento. Essas são algumas características de um ambiente de trabalho pesado, que contribui para uma equipe pouco disposta &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-melhorar-o-clima-de-trabalho-na-sua-empresa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Confira o que fazer para ter funcionários envolvidos em um ambiente mais agrad<a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/logo-portal-exame.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1204" title="logo-portal-exame" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/logo-portal-exame.jpg" alt="" width="321" height="61" /></a>ável e produtivo</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>São Paulo &#8211; Fofoca, estresse e descontentamento. Essas são algumas características de um ambiente de trabalho pesado, que contribui para uma equipe pouco disposta a buscar os melhores resultados para a sua empresa. Muita gente gostaria de trabalhar em ambientes como o criado pelo Google. Salas de jogos, cores vivas, sofás e poltronas confortáveis e descontração para aliviar o peso de ter que garantir os melhoresresultados.</p>
<p>Para proporcionar um ambiente de trabalho mais leve, é preciso investimento e dedicação. “Passamos as melhores horas do dia e os melhores anos da nossa vida no trabalho”, enfatiza Maria Cecília Coutinho, professora do departamento de Mercadologia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O clima desagradável compromete o rendimento dos funcionários e a própria atividade da empresa à sociedade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_equipe.jpg"><img class=" wp-image-1206 aligncenter" title="size_590_equipe" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_equipe.jpg" alt="" width="531" height="399" /></a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Adriana Gomes, </em></strong><em>professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), afirma que a proximidade do empreendedor com a equipe facilita identificar quando o ambiente não está dos mais agradáveis. “Às vezes, ele está tão envolvido no trabalho que não percebe o que alguém de fora, como uma consultoria, vê”, diz Adriana.</em></p>
<p>Os sintomas são notados no mapeamento de processos, quando há gargalos de produção e pontos de conflito. Parte do peso deste diagnóstico é do líder, que pode usar erroneamente da autoridade para impor processos que não seriam os mais adequados.</p>
<p>Na empresa Acesso Digital, conhecida por imitar os ambiente de trabalho descontraído do Google, os trabalhadores têm espaços para fazer pausas e até cuidar da saúde durante o expediente. “A gente acredita no conceito de liberdade. Aqui os funcionários podem trabalhar do jeito deles, de casa ou nos nossos ambientes, mas todos têm metas mensais para cumprir”, destaca o presidente Diego Torres Martins. Confira a seguir as dicas para tornar a sua empresa um local de trabalho agradável e fazer o trabalho render mais.</p>
<p><strong>1</strong><strong> Tenha um ambiente confortável</strong></p>
<p>Na própria decoração e disposição dos ambientes de trabalho, o gestor pode fazer modificações com a ajudar de um designer, para deixá-los mais agradáveis e confortáveis. A implantação destes ambientes deve funcionar como uma via de mão dupla, em que o empregado deve ser estimulado a frequentá-lo, mas deixando claro o que se espera sobre o desempenho dele. “Não adianta implantar se não existe essa cultura dentro da empresa”, diz Adriana. Por isso, não adianta fazer espaços de descanso e reclamar que as pessoas estão usando.</p>
<p><strong>2</strong> <strong>Fale sobre salário</strong></p>
<p>Sobre comentários em relação à diferença salarial, o recomendável é que o assunto seja discutido com o RH da empresa. De qualquer forma, o salário também envolve o nível de competência que cada funcionário utiliza no trabalho.</p>
<p>É importante também que a empresa tenha um plano de carreira para os funcionários. Pequenas e médias empresas têm atraído jovens funcionários interessados em adquirir experiência em diferentes áreas do mesmo negócio, já que a equipe é mais enxuta. Segundo Maria Cecília Coutinho, a possibilidade de crescimento pode ser mais rápida, porém é um caminho mais curto em relação às companhias de maior porte. “Deve haver o acompanhamento do plano de carreira alinhado ao projeto de expansão da empresa”, diz.</p>
<p><strong>3.</strong><strong></strong> <strong>Estimule a participação</strong></p>
<p>Dê mais um passo no envolvimento dos empregados com o seu negócio. Proponha uma política de trabalho mais próxima, que permite ouvir, estudar e acatar algumas sugestões dadas por eles, seja na redução de custos, no contato com o cliente ou nos tipos de premiações.</p>
<p>Considere também a idéia de ajudar na qualificação do funcionário, desde que mostre que seja em uma área relacionada à função que ele desempenha e a importância do trabalho dele para o futuro da empresa.</p>
<p>Funcionários desanimados geralmente compartilham a insatisfação e os problemas dos demais colegas, do chefe e da estrutura da empresa. A postura se torna habitual e permite fofocas que podem gerar consequências desagradáveis. Para a professora da FGV, o primeiro passo para amenizar o clima no trabalho é acabar com esta postura nos funcionários.</p>
<p>A orientação é que se converse com a pessoa para resolver o problema. “Tem que esquecer o passado para viver o dia, o que ajuda a ser mais otimista e a ter um clima mais leve, por mais dificuldades que se tenha”, comenta Maria Cecília. É função do gestor alertar a todos que problemas pessoais devem ser resolvidos fora da empresa e ressaltar a importância da sinergia e colaboração de todos nos resultados. <em>“O gestor tem que gostar de pessoas e não de processos”</em><strong>, diz Adriana.</strong></p>
<p><strong>4</strong><strong></strong> <strong>Organize-se</strong></p>
<p>Mesa, gaveta e qualquer outro espaço que o funcionário utiliza devem estar organizados. A sugestão deve ser dada não para atender aos caprichos do chefe, mas porque ajuda na fluidez do trabalho. Um ambiente desorganizado toma tempo e compromete o desempenho. Maria Cecília orienta que o líder busque treinamento externo para a equipe sobre como administrar melhor o tempo ou avaliar a possibilidade de uma redistribuição de tarefas.</p>
<p><strong>5.</strong><strong></strong> <strong>Distribua melhor as tarefas</strong></p>
<p>Excesso de trabalho também prejudica o clima no escritório. A rotina gera estresse e pouca contribuição. Segundo a professora da FGV, ter uma vida saudável fora do trabalho é essencial. Se for o caso, estimule que as pessoas trabalhem dentro do horário ou redistribua as tarefas. “Os funcionários começam a entender o que é família, exercício físico e passam a conviver melhor entre eles porque voltam a ter uma vida fora do trabalho”, diz.</p>
<p><strong>6.</strong> <strong>Estabeleça metas possíveis</strong></p>
<p>Há empresários que pensam erroneamente que estipular uma meta acima do que os funcionários podem alcançar é fazer com que eles se esforcem mais. Para a professora da FGV, a estratégia pode gerar sentimento de frustração e incompetência e provocar esgotamento. O quanto cada funcionário deve produzir pode fazer parte do planejamento da empresa para o ano seguinte.</p>
<p>Na Acesso Digital, existem premiações para quando as metas são atingidas e toda a equipe ganha. “É incrível ver que mesmo os funcionários que não têm uma relação direta com as vendas contribuem para a motivação da equipe toda”, diz Martins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>Seja um exemplo</strong><strong></strong></p>
<p>Muitas vezes, o líder acha que o funcionário deve fazer tanto quanto ele ou ter a mesma competência para fazer o trabalho que ele também faz. “Líder tem que dar exemplo”, destaca Maria Cecília. Em outros casos, os donos de pequenas e médias empresas acabam sendo mais autoritários do que líderes<strong>. </strong><em>“É diferente mandar e ter a colaboração dos funcionários. Estas empresas surgem do conhecimento técnico do dono, que pode não ter noções sobre gestão”, diz</em><strong> Adriana.</strong></p>
<p><strong>8.</strong><strong> </strong><strong>Seja transparente</strong><strong></strong></p>
<p>O momento da demissão não é fácil para ninguém. “O empregado tem que aprender com a demissão. Então que diga se é porque ele estava na linha de corte ou porque errou”, diz Maria Cecília.</p>
<p>Se for o caso, o gestor pode e deve checar a conduta do empregado com colegas e conversar com ele para melhorar o desempenho. “Assim ele não é pego de repente”, diz. Quem trabalha junto com o demitido tem o direito de saber o motivo para evitar que fofocas circulem. Em pequenas e médias empresas, o contato costuma ser mais próximo, o que permite que o gestor enxergue e explore o potencial dos trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-melhorar-o-clima-de-trabalho-na-sua-empresa?page=1&amp;slug_name=como-melhorar-o-clima-de-trabalho-na-sua-empresa">http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-melhorar-o-clima-de-trabalho-na-sua-empresa?page=1&amp;slug_name=como-melhorar-o-clima-de-trabalho-na-sua-empresa</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Treinamentos de imersão levam realidade à equipe</title>
		<link>http://www.vidaecarreira.com.br/treinamentos-de-imersao-levam-realidade-a-equipe/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 22:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[PATRÍCIA BASILIO DE SÃO PAULO Criar inovação para produtos alimentícios é a especialidade de Vanessa Reichelmann, 29, coordenadora de temperos regionais da Unilever, multinacional de bens de consumo. Cozinhar, não. A distância da publicitária da cozinha, contudo, foi reduzida entre &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/treinamentos-de-imersao-levam-realidade-a-equipe/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/folha-de-S-Paulo.jpg"><img class="alignleft" title="folha de S Paulo" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/folha-de-S-Paulo.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a>PATRÍCIA BASILIO</strong> DE SÃO PAULO</p>
<p>Criar inovação para produtos alimentícios é a especialidade de Vanessa Reichelmann, 29, coordenadora de temperos regionais da Unilever, multinacional de bens de consumo. Cozinhar, não.</p>
<p>A distância da publicitária da cozinha, contudo, foi reduzida entre julho e outubro deste ano, período em que participou de curso de gastronomia pela multinacional, em parceria com o Senac.</p>
<p>&#8220;O treinamento nos trouxe mais perto da realidade dos consumidores&#8221;, destaca ela, que diz ter se inscrito no curso para aprimorar suas habilidades culinárias e seu desempenho profissional.</p>
<p>Treinamentos práticos como o oferecido pela Unilever ganharam novo formato, mais focado na área de atuação de cada trabalhador, e maior representatividade nas empresas, devido à disputa por fidelização de clientes.</p>
<p>Na Centauro, rede de lojas do setor esportivo, saber andar de bicicleta e jogar tênis, por exemplo, não são mais diferenciais dos vendedores.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Isadora Brant/Folhapress</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignleft" style="border: 0px currentColor;" src="http://f.i.uol.com.br/classificados/images/empregos/11350839.jpeg" alt="Vanessa Reichelman, no Senac, em SP" width="300" height="220" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Vanessa Reichelman, na aula de gastronomia no Senac (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nos treinamentos de imersão anuais oferecidos pela varejista, conta Vanessa Fontoura, diretora de recursos humanos, os funcionários vão além no desenvolvimento de habilidades: aprendem a montar os equipamentos da loja e a encordoar raquetes.</p>
<p>&#8220;A equipe tinha carência de conhecimento técnico por falta de vivência&#8221;, considera. O vendedor Jefferson Geraldo Ines, 22, aprendeu a montar bicicletas no treinamento de julho deste ano. Antes disso, recorda, pedia auxílio a técnicos da loja para orientar clientes. &#8220;Era constrangedor dizer [ao consumidor] que não poderia ajudar&#8221;, comenta.</p>
<p>Na TAM Viagens, até 15 funcionários -escolhidos por desempenho- viajam a cada dois meses para destinos &#8220;que precisam ser alavancados em vendas&#8221;, afirma o gerente Edson Akabane.</p>
<p>&#8220;Nossos produtos não estão em gôndolas, e os consumidores só podem conhecê-los a partir da experiência relatada por vendedores&#8221;, diz.</p>
<p><strong>OBJETIVOS</strong></p>
<p><strong>Melhorar o desempenho dos funcionários e intensificar as vendas são alguns dos motivos que levam empresas a investir em cursos de imersão, segundo Adriana Gomes, coordenadora do departamento de carreiras da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).</strong></p>
<p>&#8220;Os profissionais têm dificuldade com o aprendizado técnico e, sabendo disso, as empresas elaboram cursos práticos para terem retorno mais rápido e reduzirem gastos com rotatividade&#8221;, diz.</p>
<p>Atrair e reter funcionários foram os maiores atrativos desse modelo de ensino, na avaliação de Fernando Kahane, gerente da Unilever. &#8220;Se o profissional não conhece o ambiente culinário, a probabilidade de ele trazer boas ideias de negócio para a empresa é menor&#8221;, argumenta.</p>
<p><a href="http://classificados.folha.com.br/empregos/1022723-treinamentos-de-imersao-levam-realidade-a-equipe.shtml">http://classificados.folha.com.br/empregos/1022723-treinamentos-de-imersao-levam-realidade-a-equipe.shtml</a></p>
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		<title>Juventudes Brasileiras: Saiba como foi o último encontro</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 02:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[30/11/2011 12h47 &#8211; Atualizado em 30/11/2011 12h47 Seminário discutiu relação entre jovens, conhecimento e carreira Juventudes Brasileiras em São Paulo aconteceu nesta segunda, 28 (Foto: Bob Paulino) Em São Paulo, o sexto e último encontro do seminário Juventudes Brasileiras aconteceu &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/juventudes-brasileiras-saiba-como-foi-o-ultimo-encontro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<p><abbr>30/11/2011 12h47</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>30/11/2011 12h47</abbr></p>
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<h2 style="text-align: center;">Seminário discutiu relação entre jovens, conhecimento e carreira</h2>
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<div><img title="Juventudes Brasileiras em São Paulo aconteceu nesta segunda, 28 (Foto: Bob Paulino)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/11/30/20111128_escutepensepartici.jpg" alt="Juventudes Brasileiras em São Paulo aconteceu nesta segunda, 28 (Foto: Bob Paulino)" width="502" height="221" /><strong>Juventudes Brasileiras em São Paulo aconteceu nesta segunda, 28 (Foto: Bob Paulino)</strong></div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<p>Em São Paulo, o sexto e último encontro do seminário Juventudes Brasileiras<br />
aconteceu nesta segunda-feira, dia 28, com o tema &#8220;Jovens, Conhecimento e<br />
Carreira&#8221;. O evento reuniu a historiadora francesa Ludivine Batigny,<br />
pesquisadora do <em>Centre d&#8217;Histoire de Sciences Po</em> (CHSP); Manolita<br />
Correia Lima, professora de Estratégia em Gestão Internacional do Programa de<br />
Mestrado em Gestão Internacional da ESPM e coordenadora do Núcleo de Apoio à<br />
Publicação e Pesquisa (NuPP); <strong>a psicóloga Adriana Gomes, coordenadora do Núcleo </strong><strong>de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas e Coordenadora Acadêmica da </strong><strong>área de Pessoas e do Centro de Carreiras da pós-graduação da ESPM-SP</strong>; e Halina Valdivia de Matos, psicóloga com certificação internacional de Coaching Executivo e Life Coaching – <em>Investment Company Institute</em> (ICI Institute) e especialização em Consultoria de Carreira – Fundação Instituto de Administração da USP (FIA/USP).</p>
<div><img class="alignleft" title="Ludivine Batigny  (Foto: Bob Paulino)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/11/30/20111128_escutepensepartici_1.jpg" alt="Ludivine Batigny  (Foto: Bob Paulino)" width="247" height="207" /><strong>Ludivine Batigny falou sobre o conceito de juventude (Foto: Bob Paulino)</strong></div>
<p>Ludivine Batigny abriu sua fala afirmando que não é possível falar de uma<br />
única juventude ao falar dos jovens, pois “existe uma pluralidade de culturas<br />
juvenis que se refletem nos âmbitos político, econômico, social e cultural.<br />
Existe uma construção da mídia do conceito de juventude que trata os jovens de maneira homogênea, ora considerando-os perigosos, rebeldes, que se opõem à ordem social estabelecida; ora encarando-os como rejuvenescedores da sociedade,<br />
portadores de toda esperança”.</p>
<p>Durante o seminário, ao ser indagada sobre a relação dos jovens com suas<br />
vidas profissionais, a professora Manolita Correia Lima ponderou que “o trabalho<br />
é uma extensão do nosso aprendizado e deveria ser visto não como forma de<br />
sofrimento, mas como forma de crescimento”.</p>
<p>Já Adriana Gomes discorreu sobre sua experiência como psicóloga do trabalho:<br />
“As pessoas estão aprendendo a lidar com o deslumbramento da conectividade. As<br />
vagas são disponibilizadas nas redes sociais, o meio de divulgação mudou, mas o<br />
processo de seleção continua o mesmo”.</p>
<div><img title="Juventudes Brasileiras (Foto: Bob Paulino)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/11/30/20111128_escutepensepartici_2.jpg" alt="Juventudes Brasileiras (Foto: Bob Paulino)" width="478" height="247" /><strong>Juventudes Brasileiras abordou relação entre jovens e mercado de trabalho (Foto: Bob Paulino)</strong></div>
<p>Sobre o recorrente questionamento a respeito do conflito de gerações no<br />
mercado de trabalho, Halina Valdivia de Matos afirmou que não acredita que<br />
exista um conflito, mas em um encontro de gerações: “Você, jovem, tem uma noção<br />
muito grande do que é ser consumidor, tem muita energia e sabe lidar muito bem<br />
com as novas tecnologias, isso agrega muito às empresas”.</p>
<p><a href="http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/seminario/jovensconhecimentocarreira/cobertura/" target="_blank">Confira a cobertura do Juventudes Brasileiras &#8211; Jovens,<br />
Conhecimento e Carreira no Rio de Janeiro</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/tvguniversidade" target="_blank">Siga @tvguniversidade</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2011/11/juventudes-brasileiras-saiba-como-foi-o-ultimo-encontro-da-serie-em-sp.html">http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2011/11/juventudes-brasileiras-saiba-como-foi-o-ultimo-encontro-da-serie-em-sp.html</a></p>
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