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	<title>Vida e Carreira</title>
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	<description>por Adriana Gomes</description>
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		<title>Mercado deprecia longa permanência em empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 23:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Planejamento de carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes; Vida e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da Trade]]></category>
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		<description><![CDATA[        LIGIA TUON Ficar poucos meses no emprego pode depreciar o currículo de um trabalhador mas, por outro lado, permanecer muitos anos na mesma empresa também pode prejudicar a carreira. O período de tempo que separa o funcionário afobado, que troca &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/mercado-deprecia-longa-permanencia-em-empresa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">        <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/05/87020.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1376" title="CC000889" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/05/87020-1024x747.jpg" alt="" width="640" height="466" /></a>LIGIA TUON</p>
<p>Ficar poucos meses no emprego pode depreciar o currículo de um trabalhador mas, por outro lado, permanecer muitos anos na mesma empresa também pode prejudicar a carreira. O período de tempo que separa o funcionário afobado, que troca de trabalho toda hora, do acomodado, que para de crescer profissionalmente porque passa muito tempo na mesma função, depende da área de atuação e da avaliação pessoal.<br />
“Posso dizer que cinco anos é muito tempo para trabalhar em um lugar. Mas, se o funcionário esteve envolvido em diferentes projetos neste período, continuou a estudar ou até mudou de função dentro da mesma empresa, a situação muda.” <strong>Adriana Gomes</strong>, <strong>professor</strong>a do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da<strong> ESPM.</strong></p>
<p><strong></strong><br />
O profissional também pode ter desempenhado a mesma função durante muito tempo e não ter se acomodado. Depende muito de como encarou o trabalho no período e em que área atua. “Um engenheiro do setor automotivo, por exemplo, costuma ter um desenvolvimento mais lento. Pode ficar anos trabalhando em um projeto e, ainda assim, continuar a evoluir”, diz Roberto Picino, diretor executivo da Page Personnel, empresa especializada em recrutamento. “O mesmo não ocorre com profissionais de áreas como marketing e publicidade”, explica o especialista.<br />
O mais importante é avaliar o que é melhor para o projeto de vida de cada um e o que a empresa ainda tem a oferecer ao funcionário. “Se o empregado gosta daquilo que faz e a companhia também está satisfeita, qual é o problema de ficar mais tempo?”, questiona <strong>Adriana, da ESPM.</strong></p>
<p><strong></strong><br />
Mas a pessoa não pode parar de se atualizar. “Um profissional há muitos anos na mesma função e sem estudar pode ser muito malvisto”, avalia. Isso porque, segundo a <strong>professor</strong>a, cada um tem um ritmo, mas deve estar sempre preparado para mudanças. “Se ficar sete anos na mesma função e só então achar que encerrou um ciclo, tudo bem. Mas o profissional estará preparado para novos desafios?”<br />
E se a intenção é progredir dentro da companhia, mas a proposta de promoção nunca chega, o diálogo é sempre bom e pode ajudar o colaborador a entender se tem de fato atendido às expectativas. “Se não há a menor sinalização de que uma promoção vai ocorrer, primeiro o funcionário deve ter uma conversa franca e ouvir o que a empresa tem a dizer. Se ainda assim não estiver satisfeito, deve procurar outras oportunidades, independentemente do tempo de trabalho”, afirma Picino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>JORNAL DA TARDE (SP) • SEU BOLSO • 3/5/2012 • 23:30:00</p>
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		<title>Blogs e sites podem servir como vitrine</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 14:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes; Vida e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[como se diferenciar na busca de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[opoerunidades de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[prospecção de oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Profissionais de comunicação aproveitam as ferramentas virtuais para mostrar habilidades e conquistar espaço de são paulo Entre enviar um currículo para a agência AlmapBBDO e atrair a atenção com um projeto original, a publicitária chilena Andrea Olivares Pardo, 25, preferiu &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/blogs-e-sites-podem-servir-como-vitrine/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/1211390499311URR.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1364" title="1211390499311URR" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/1211390499311URR.jpg" alt="" width="300" height="290" /></a></p>
<table id="main" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="100"></td>
<td width="400"><!--/noindex--><!--NOTICIA--><!--DATA:29/04/2012--><!--noindex--><!--/noindex--><!--TITULO--></p>
<h3 style="text-align: center;">Profissionais de comunicação aproveitam as ferramentas virtuais para mostrar habilidades e conquistar espaço</h3>
<p><!--TEXTO - FSP//-->de são paulo</p>
<p>Entre enviar um currículo para a agência AlmapBBDO e atrair a atenção com um projeto original, a publicitária chilena Andrea Olivares Pardo, 25, preferiu investir na segunda opção.</p>
<p>No ano passado, Pardo criou o portal &#8220;Marcello Serpa, me liga&#8221; -Serpa é diretor da agência de publicidade AlmapBBDO.</p>
<p>A cada semana, ela bolava uma campanha hipotética e publicava no site. E ainda detalhava suas estratégias com vídeos caseiros.</p>
<p>A publicitária estabeleceu um tempo-limite para se dedicar à iniciativa: seis meses.</p>
<p>A campanha transformou-se em um viral na web. Três meses depois do lançamento do site, a Almap convidou Pardo para um estágio.</p>
<p>Hoje, o site (<a href="http://www.serpameliga.com"><strong>www.serpameliga.com</strong></a>) está inativo e exibe uma faixa vermelha com o aviso &#8220;Me ligaram! Campanha concluída&#8221;.</p>
<p>Pardo deixou o Chile e trabalhou na agência brasileira por nove meses. &#8220;Minha experiência foi única. Em pouco tempo, cresci muito como publicitária&#8221;, avalia.</p>
<p>Apesar do sucesso de sua campanha de autopromoção, ela afirma que não pretende elaborar ação semelhante. &#8220;Agora tenho um portfólio bacana para apresentar&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Usar artifícios inusitados para pleitear uma vaga é comum na área de comunicação, afirma Adriana Gomes, coordenadora de carreiras da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).</strong></p>
<p><strong>CRIATIVIDADE</strong></p>
<p><strong>&#8220;Os profissionais são naturalmente criativos e acabam refletindo isso na forma como buscam uma oportunidade de trabalho&#8221;,explica Gomes.</strong></p>
<p><strong>A originalidade, complementa, é bastante valorizada por empresas desse segmento. &#8220;Mas é preciso mostrar conteúdo e conhecimento ao empregador&#8221;, sugere.</strong></p>
<p>Foi o que fez a designer Fernanda Ferreira, 22. Ela criou o blog &#8220;Como Eu Realmente&#8221; (<a href="http://www.comoeurealmente.com"><strong>www.comoeurealmente.com</strong></a>) com tiras humorísticas sobre o cotidiano feminino.</p>
<p>O blog que, segundo ela, tem 4.000 acessos diários, virou um cartão de visitas profissional. &#8220;Já recebi várias propostas de trabalho e de frilas por conta do blog.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/39806-blogs-e-sites-podem-servir-como-vitrine.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/empregos/39806-blogs-e-sites-podem-servir-como-vitrine.shtml</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>O que impulsiona e o que empaca sua carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 15:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um currículo de tirar o fôlego até pode impressionar o recrutador, mas, no dia a dia corporativo, os traços comportamentais do profissional são determinantes para o crescimento na carreira. Pelo menos, é o que indica levantamento recente feito pela consultoria &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/o-que-impulsiona-e-o-que-empaca-sua-carreira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/inovao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1360" title="inovao" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/inovao.jpg" alt="" width="518" height="441" /></a>Um currículo de tirar o fôlego até pode impressionar o recrutador, mas, no dia a dia corporativo, os traços comportamentais do profissional são determinantes para o crescimento na carreira. Pelo menos, é o que indica levantamento recente feito pela consultoria Lab SSJ.</p>
<p align="justify">Pesquisa recente da Harvard Business Review comprova esse achado: dos 50 presidentes de empresas que tiveram o melhor desempenho na América Latina entre 1995 e 2009, apenas 12 fizeram um curso de MBA.</p>
<p align="justify">Para saber quais são os aspectos mais decisivos para crescimento na carreira no Brasil, o Lab SSJ consultou executivos de 32 empresas e pediu para eles avaliarem 12 traços apontados como importantes para o desenvolvimento profissional em pesquisas internacionais.</p>
<p align="justify">A principal conclusão?<strong> “O que conta mais para um líder tocar um negócio, uma equipe e outros projetos são as habilidades de comunicação dele</strong>”, afirma Carolina Correa, gerente de mercado da consultoria.</p>
<p align="justify"><strong>O que impulsiona</strong></p>
<p align="justify"><strong></strong><br />
<strong>1. Saber ouvir (75%) e se comunicar bem (67%)</strong></p>
<p align="justify">Comunicar-se bem é essencial para crescer na carreira, “saber ouvir” deve ser o alicerce desse traço comportamental. “Quando você tem esse tipo de habilidade, você entende o que o outro quer dizer, tira o melhor daquela informação e soma com o que você já sabe”, diz Carolina. “Você considera o que está sendo dito e consegue se posicionar melhor”.</p>
<p align="justify">Os benefícios dessa postura vão desde o garimpo de novas (e boas) ideias coletivas, passando pelo estabelecimento de relações de confiança até fortalecimento do poder de influência sobre os demais funcionários.</p>
<p align="justify">Ser um bom orador conta, mas não é tudo. As boas habilidades de comunicação se revelam em saber se posicionar na hora certa, ser claro e saber entregar a mensagem. Atributos essenciais para quem, um dia, mira liderar pessoas.</p>
<p align="justify"><strong>2. Assumir riscos</strong></p>
<p align="justify">Quanto maior o risco, maiores os ganhos. O conceito base do mercado financeiro também é requerido para boa parte dos cenários corporativos. E quanto mais elevada sua posição na hierarquia, maior a exigência por esse tipo de traço comportamental.</p>
<p align="justify">“Se você prefere a zona de conforto, se contenta em passar o dia carimbando notas fiscais, por que irá questionar as estratégias da companhia?”, diz Carolina. “Quem está disposto a assumir riscos abre caminho para fazer um trabalho melhor e para a inovação”, diz a especialista.</p>
<p align="justify"><strong>3. Lidar com a diversidade (50%)</strong></p>
<p align="justify">Com um mercado cada vez mais complexo, saem na frente companhias (e equipes) que apostarem na convergência de diferentes visões. “Ou você pega os pontos positivos da diversidade e a equipe fica mais completa, ou você é condenado à mesmice”, diz Carolina.</p>
<p align="justify">Segundo a pesquisa, profissionais que saibam lidar e conciliar essas diferentes visões são os que mais chances tem de crescer na carreira. “Pensar igual sempre limita a sua inserção num pensamento mais global e amplo”, diz a especialista.</p>
<p align="justify"><strong>4. Saber influenciar (47%)</strong></p>
<p align="justify">A exemplo de gente como Steve Jobs, da Apple, e o comandante Rolim, da TAM, ter o poder de inspirar (e influenciar) outras pessoas é quase uma senha secreta para o sucesso. “É essencial saber ativar as pessoas da forma certa para alcançar objetivos que serão bons para todos. Pessoas que sabem influenciar conseguem tocar projetos que fluem e geram um ambiente de colaboração”, diz Carolina.</p>
<p align="justify"><strong>5. Entender do negócio, 43%</strong></p>
<p align="justify">&#8220;As habilidades técnicas não estão no topo, mas cada vez que sobe na hierarquia, você faz menos trabalhos operacionais, pensa e age mais estrategicamente”, diz a especialista.</p>
<div>
<div>
<p align="justify">A base para esse pensamento estratégico deve ser uma compreensão profunda e madura do negócio que você está inserido. Isso significa saber tudo sobre a concorrência, perspectivas de mercado e possibilidades para a própria companhia, entre outros fatores.</p>
<p align="justify"><strong>O que trava a carreira </strong></p>
<p align="justify">Por outro lado, não se engajar, não saber trabalhar em equipe e gaguejar metaforicamente na hora de se comunicar são os fatores apontados para travar a carreira. Confira:</p>
<p align="justify">1.<strong> Falta de comprometimento (73%)</strong></p>
<p align="justify"><strong>2. Ser arrogante (67%)</strong></p>
<p align="justify"><strong>3. Ser individualista (53%)</strong></p>
<p align="justify"><strong>4. Ter pouca habilidade para se comunicar (50%)</strong></p>
<p align="justify"><strong>5. Ser centralizador (43%)</strong></p>
<p align="justify"><strong>6. Ser imaturo (43%)</strong></p>
<p align="justify"> <a href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/o-que-impulsiona-e-o-que-empaca-sua-carreira-17042012-8.shl">http://info.abril.com.br/noticias/carreira/o-que-impulsiona-e-o-que-empaca-sua-carreira-17042012-8.shl</a></p>
</div>
</div>
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		<title>COMO LIDAR COM GENTE SEM STRESS</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 15:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[10 respostas para as dúvidas mais importantes na hora de contratar, demitir e conviver com diferentes tipos de pessoas e situações na empresa. Não é tão difícil assim por Bruna Martins Fontes  Ilustrações Gil Tokio / Pingado &#160; 1 Onde &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-lidar-com-gente-sem-stress/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<h2>10 respostas para as dúvidas mais importantes na hora de contratar, demitir e conviver com diferentes tipos de pessoas e situações na empresa. Não é tão difícil assim</h2>
<p><!-- Créditos --><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Pequens-empresas-Grande-Negócios-ABR-2012-CAPA.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1354" title="Pequens empresas Grande Negócios ABR 2012 CAPA" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Pequens-empresas-Grande-Negócios-ABR-2012-CAPA.jpg" alt="" width="327" height="450" /></a></p>
<address>por Bruna Martins Fontes  Ilustrações Gil Tokio / Pingado</address>
<div>
<div><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN_11ABRIL_2012.jpg"><img class="wp-image-1338 alignright" title="PEGN_11ABRIL_2012" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN_11ABRIL_2012-680x1024.jpg" alt="" width="281" height="444" /></a></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h3>1 Onde devo procurar profissionais para preencher a vaga?</h3>
<p>R: Os canais mais conhecidos para procurar profissionais — anúncios em jornais, em sites de empregos e busca no LinkedIn (rede social corporativa) — funcionam para grandes empresas, pois uma marca conhecida atrai hordas de candidatos. Mas não são os mais efetivos para negócios de menor porte. Nesses casos, é melhor começar por circuitos mais restritos. O primeiro passo é conversar com profissionais que você conhece, como ex-chefes e colegas competentes. “Gente boa indica gente boa. Dois terços das contratações são feitas a partir de recomendação de colegas”, afirma Fábio Saad, gerente sênior da consultoria Robert Half, especializada em seleção de pessoas. Redes sociais, como o Facebook e o Twitter, também são aliadas. Como são canais de comunicação da cultura da empresa e divulgam seus valores e ações, atraem pessoas que simpatizam com a marca. Ao anunciar nessas redes, aumentam as chances de encontrar candidatos alinhados com o espírito do negócio. Antes de sair perguntando, porém, é preciso definir qual é o objetivo dessa contratação. Aumentar a produção? Vender mais? Aprimorar processos? Com base nessa resposta, o empresário pode delinear com maior precisão o perfil desejado para ocupar a posição e estabelecer quais são as competências necessárias para atingir as metas. “Uma estratégia clara agiliza o processo de busca”, afirma Danilo Nascimento, diretor da consultoria BPC PME.</p>
<div> <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1339" title="PEGN 1" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-1.jpg" alt="" width="650" height="400" /></a></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRÊS CAMINHOS PARA RECRUTAR</strong></p>
<p>1. Converse com ex-colegas, familiares e outros contatos profissionais que você considere competentes e peça sugestões de nomes</p>
<p>2. Considere premiar funcionários que façam uma boa indicação, caso esse profissional seja contratado ao final do processo</p>
<p>3. Estimule os melhores empregados a participar de eventos, onde podem atuar como embaixadores da marca e atrair seus pares</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1340" title="PEGN 2" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-2.jpg" alt="" width="650" height="350" /></a></p>
<h3></h3>
<h3><strong>2 Como fazer uma entrevista eficiente?</strong></h3>
<p>R:Na hora de selecionar currículos, o empresário logo separa os que mais interessam — aqueles que revelam capacidade técnica para ocupar a vaga, adquirida por meio de formação acadêmica ou experiência profissional. Essa é a parte mais fácil; difícil é encontrar alguém alinhado com o espírito e os objetivos da empresa. A primeira parte da conversa, para tirar dúvidas sobre a formação e a trajetória profissional do candidato, deve ser a mais breve. Pode até ser adiantada por telefone, antes do encontro. “Em dez minutos, pergunte o que levou a pessoa a fazer transições de emprego: se foi para ganhar mais, por discordar do chefe ou por desejar outra função”, sugere Saad, da Robert Half. Essa sondagem de motivação é o primeiro passo para descobrir se o que a empresa oferece supre a expectativa do profissional. Depois vem a parte mais longa: avaliar a personalidade e os interesses do candidato. Nesse momento, deve-se estimular o entrevistado a falar sobre si mesmo: quais são suas qualidades, o que acha que precisa aprimorar, por que gostaria de trabalhar nessa empresa. É importante perceber se ele demonstra curiosidade sobre o negócio. Só na parte final da entrevista deve-se falar sobre a empresa. “O profissional certo é aquele que se interessa pela oportunidade que a companhia oferece”, afirma João Baptista Brandão, professor de liderança da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP). Um alerta: o empreendedor que esconder dados não atrairá bons profissionais; quem inflar demais a imagem da empresa não conseguirá retê-los.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1344" title="PEGN 3" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-3.jpg" alt="" width="650" height="400" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1345" title="PEGN 4" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-4.jpg" alt="" width="650" height="350" /></a></p>
<p>PERGUNTAS ESSENCIAIS</p>
<p>• quais são suas maiores qualidades?</p>
<p>• Quais são as críticas que você mais recebe?</p>
<p>• Por que quer trabalhar na minha empresa?</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>3 Como competir com altos salários de grandes companhias?</strong></h3>
<p>R: No fim da entrevista de emprego, o empresário tem em mãos a isca para atrair o funcionário. Já descobriu o que esse profissional mais valoriza e, por isso, pode desenhar uma proposta atraente. O salário nem sempre define a resposta do candidato. Outros fatores entram em cena, como ascender mais rapidamente na carreira, liderar projetos inovadores ou ter uma jornada de trabalho flexível. “Oferecer um bom pacote de benefícios ajuda a competir com os altos salários que só grandes corporações podem bancar. Mas o pacote não deve se limitar a planos de saúde e previdência”, diz Olavo Chiaradia, da consultoria Hay Group, especializada em benefícios. Pais e mães veem com bons olhos horários menos rígidos. Um jovem valoriza a chance de aprender em diferentes áreas da empresa, o subsídio a cursos e a oportunidade de crescer mais rapidamente do que em uma companhia mais hierarquizada. Já um profissional experiente se interessa pela autonomia para tomar decisões estratégicas e pode até topar um salário menor, se houver um plano de carreira condicionado a resultados. “A chance de mostrar trabalho para o dono da empresa e interagir com sócios é um grande trunfo da pequena empresa. O profissional se sente valorizado como não seria em uma corporação”, diz Daniel Alves, consultor de administração e RH do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP).</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-5.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1346" title="PEGN 5" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-5.jpg" alt="" width="622" height="364" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>DINHEIRO OU FOLGA?</h3>
<p>• Se a motivação do profissional for financeira, calcule se pode oferecer bônus por bom desempenho; em postos estratégicos, há a opção de transformá-lo em acionista minoritário e repartir lucros • Profissionais jovens e que têm filhos valorizam uma agenda flexível: pergunte se o candidato gostaria de ser bonificado com um dia de folga</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-6.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1347" title="PEGN 6" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-6.jpg" alt="" width="648" height="414" /></a></p>
<h3> 4 Como oferecer salários e benefícios sem descapitalizar a empresa?</h3>
<p>R:Nem todo mundo é seduzido pela oferta de novos horizontes na carreira e qualidade de vida. Quem procura um profissional-chave para postos estratégicos muitas vezes precisa botar a mão no bolso para fazê-lo assinar o contrato. A saída é usar uma modalidade de remuneração que não esvazie o caixa. “Oferecer um alto salário fixo é um erro, pois isso descapitaliza a empresa. É interessante vincular o ganho do negócio com o do profissional. O ideal é oferecer um valor que caiba na folha de pagamento e complementá-lo com uma remuneração variável”, afirma Márcia Allstrom, diretora de recursos humanos da consultoria Manpower Brasil. Dessa maneira, o profissional vai receber um dinheiro extra sempre que bater as metas propostas ou contribuir para melhorar o desempenho do negócio. Assim, o empresário não corre o risco de prejudicar a empresa ao tentar manter um salário alto. É importante premiar os funcionários por sua produtividade. Se, no início, o caixa não permitir a distribuição de bônus polpudos, ofereça mimos, como um jantar, um voucher para fazer compras ou tratamentos de beleza e relaxamento. Outra estratégia para turbinar a remuneração dos melhores funcionários é oferecer participação societária como uma forma de promoção com aumento. Ele continuará a exercer suas funções e passará a ganhar mais, mas sem onerar os custos fixos, já que a fonte de sua renda será a divisão dos lucros da empresa. A aposta é a de que o novo sócio, motivado, poderá potencializar esse lucro.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-7.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1348" title="PEGN 7" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-7.jpg" alt="" width="650" height="500" /></a></p>
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<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/068326472001.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1349" title="0,,68326472,00" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/068326472001.jpg" alt="" width="578" height="606" /></a></p>
<h3> 5 Como recrutar temporários e autônomos?</h3>
<p>R: Em alguns momentos, a empresa vai precisar de mais pessoas trabalhando. Isso acontece quando é necessário cobrir uma ausência ou para reforçar sua operação em fases de maior produção e vendas — em datas festivas, como no Natal ou Dia dos Namorados, por exemplo. Se esse reforço for necessário por um curto prazo, o empreendedor deve negociar o recrutamento dos reforços com uma agência de trabalho temporário, e não diretamente com o trabalhador. “Por lei, o temporário só pode ser contratado quando for preciso substituir pessoas, ou por acréscimo extraordinário de serviço. O contrato dura até três meses, prorrogáveis por mais três”, diz a consultora e advogada trabalhista Sônia Mascaro. Se o profissional tiver de ficar na empresa por mais de seis meses, a melhor saída é fazer um contrato por tempo determinado e registrar, em sua carteira de trabalho, o período máximo pelo qual ele atuará — pode ser de até dois anos. Para auxiliar nas operações do dia a dia, a empresa também pode recrutar profissionais autônomos ou eventuais por meio de um contrato de prestação de serviços. O autônomo presta serviços de maneira continuada, só que, diferentemente do empregado fixo, ele não pode ser subordinado a ninguém na empresa. Já o funcionário eventual, geralmente pago por dia, pode ser subordinado a qualquer funcionário da companhia, mas não deve prestar serviços com continuidade.</p>
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<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-8.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1350" title="PEGN 8" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-8.jpg" alt="" width="637" height="517" /></a></p>
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<p><strong>TRABALHADOR EVENTUAL  </strong>       Há serviços que podem ser feitos por um profissional eventual — como o de uma diarista, por exemplo. Ele pode ser subordinado ao gestor, ou seja, fazer o trabalho como ele pedir, mas suas atividades não podem ser contínuas, só esporádicas. Ele costuma ser remunerado ao fim de cada dia de trabalho, e o empresário não deve se esquecer do recibo</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-9.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1351" title="PEGN 9" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-9.jpg" alt="" width="650" height="350" /></a></p>
<h3><strong> 6 Como contratar e demitir parentes e amigos?   </strong></h3>
<p>R:Nos primeiros anos de uma empresa, é comum os sócios chamarem parentes e amigos para fazer parte da equipe, pois são pessoas de confiança. Mas, conforme o negócio cresce e ganha mais profissionais, é preciso deixar claro que todos serão tratados da mesma maneira, independentemente do nível de intimidade com o dono. Para não criar um clima de favorecimento, os sócios têm de elaborar um acordo com regras para admissão, avaliação e demissão válidas para todos. “Deve-se estabelecer que o parente tenha boa formação acadêmica e experiência em outras empresas. Assim, será visto como alguém que agrega valor ao negócio”, afirma José Carlos Inácio, diretor da consultoria JCI Acquisition.<em><strong> O acordo precisa incluir critérios para avaliar periodicamente o desempenho de todos. Isso ameniza o constrangimento na hora da demissão, se for inevitável. Se apontamentos negativos são feitos ao longo do tempo corre-se menos risco da questão ser levada para o lado pessoal. Julgamentos de valor  não devem fazer parte da conversa.  diz a Profa. Adriana Gomes,  Coordenadora da pós-graduação  da Escola Superior de Propaganda e Marketing &#8211; ESPM. </strong></em> Assim, gestores de familiares e amigos terão meios objetivos de saber se eles estão contribuindo para o crescimento da empresa. Isso ameniza o constrangimento na hora da demissão, se esta for inevitável.</p>
<h3><strong> 7 Como romper com o sócio?       </strong></h3>
<p>R:Conflitos entre sócios são comuns. Em alguns casos, porém, a discordância pode afetar o futuro da empresa. “Quando o empreendimento é jovem e luta para sobreviver, eles permanecem unidos. Mas, em fases de prosperidade, é comum que comecem a brigar, porque um quer reinvestir os lucros e o outro não abre mão de manter o padrão de vida”, afirma José Carlos Inácio, diretor da consultoria JCI Acquisition. Quando a convivência entre os fundadores se torna impossível, ou quando a empresa para de crescer porque cada um quer tomar um caminho, a única saída é colocar um ponto final na sociedade. Como um deles não pode destituir o outro da participação na empresa, a solução será convocar um mediador. O ideal é que essa pessoa seja um consultor ou um profissional isento, que avalie o patrimônio e negocie os termos da saída de maneira impessoal — a discussão entre os ex-parceiros costuma ser marcada pelo tom emocional. O mediador também deve ajudar a dissolver o contrato social e a redistribuir as cotas do sócio que saiu, para que ele receba sua parte do patrimônio. Para evitar que a situação chegue a esse ponto, os sócios devem definir as regras do jogo o mais cedo possível, prevendo o que fazer quando se depararem com dilemas em que já sabem que terão opiniões divergentes. “Fizemos isso no ano passado e a tensão entre os três sócios diminuiu. Antes, as decisões eram unilaterais e um contradizia o outro. Agora conseguimos agir com mais rapidez”, diz Luiz Azanha, diretor-financeiro das empresas Guarani Mármores e Pedra de Esquina.</p>
<h3> <strong> 8  Como demitir sem ter problemas com a lei?        </strong></h3>
<p>R: Na teoria, é simples: basta comunicar ao funcionário o desligamento, respeitar o aviso prévio, dar baixa em sua carteira de trabalho e pagar no prazo todos os direitos, incluindo 13 salário proporcional e multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) — confira no quadro à direita tudo o que deve ser acertado na rescisão. Mas, na prática, é bem mais complicado. No acerto de contas, podem aparecer horas extras não compensadas, irregularidades no contrato e questionamentos sobre pagamentos que foram feitos sem recibos. Se o funcionário não receber a compensação financeira esperada, aumentam as chances de ele processar a empresa. Quem deve chamar o colaborador para comunicar a demissão é seu chefe direto. Nessa conversa, é essencial explicar com clareza o motivo da dispensa e que critérios levaram a essa decisão. “É importante não causar uma situação constrangedora, senão ele pode questionar na Justiça o modo como foi dispensado”, diz Márcia Allstrom, diretora de recursos humanos da consultoria Manpower Brasil. Conduzir a dispensa de modo amigável, segundo especialistas, é a melhor maneira de evitar retaliações. “O que faz um profissional mover uma ação contra a ex-empresa geralmente é a mágoa”, diz a consultora e advogada trabalhista Sônia Mascaro. Ela alerta que é preciso ter cuidado entre o momento em que se toma a decisão de demitir e a rescisão. “É nesse período que antecede a comunicação que a maioria dos casos de assédio se configura, quando o gestor isola o profissional, bloqueia o acesso a sistemas ou destrata quem ele sabe que vai sair”, completa.</p>
<p>9 Como motivar a equipe?         R:Quando o time está completo, é hora de aquecer os motores e fazer a empresa crescer. Para engajar a equipe, é preciso adotar estratégias de motivação. Mas estas só vão funcionar se a empresa já tiver sistemas de avaliação bem estabelecidos, que permitam medir o desempenho de cada um. A meta da empresa — ser mais eficiente, vender mais ou aprimorar um produto — deve ser clara para todos. A recompensa para quem se destacar varia de acordo com o que cabe no caixa do negócio: pode ser desde um dia de folga até a oferta de bônus e participação nos lucros e resultados. “Antes de escolher, analise que modelo combina com a cultura da empresa, pois algumas modalidades criam um ambiente de competitividade muito forte”, diz Danilo Nascimento, diretor da consultoria BPC PME. A opinião dos funcionários também deve ser levada em conta. Empresas de menor porte podem consultar cada um deles para recompensá-los com algo de que realmente gostem. <strong>“Há quem prefira uma folga no meio da semana a um prêmio em dinheiro”, diz <span style="color: #ff0000;">Adriana Gomes</span>, coordenadora da ESPM. As táticas para animar os funcionários, porém, não devem se resumir a premiações. A motivação tem de vir no dia a dia, com atitudes como fazer elogios em público, dar liberdade para o profissional propor novas soluções e participar de projetos importantes</strong>. “As pessoas querem se sentir relevantes. Se elas percebem que estão contribuindo para o sucesso da empresa, começam a ver sentido no trabalho”, diz Nascimento, da BPC PME.</p>
<p><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-10.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1352" title="PEGN 10" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/PEGN-10.jpg" alt="" width="567" height="460" /></a></p>
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<h3><strong>10 Como lidar com profissionais problemáticos?</strong></h3>
<p>R:Conforme a empresa cresce, aquele ambiente inicial, formado por poucas pessoas com muita afinidade, dá lugar a uma estrutura maior, onde nem sempre os membros da equipe estão em sintonia. Em certos casos, o clima pode ficar carregado — especialmente se um profissional mina o ânimo da equipe com fofocas, atitudes rudes ou egocêntricas. Assim que o empresário identificar o funcionário-problema, deve chamá-lo para uma conversa. “Confrontá-lo ou ordenar que ele mude não dá resultado, pois ele ficará na defensiva e não aceitará críticas”, afirma José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching. “É mais efetivo propor uma reflexão. Pergunte como ele se vê falando com subordinados ou o que acha que a equipe pensa dele. Só depois conte qual é o problema que está causando.” É importante deixar o funcionário falar, para descobrir se o motivo para o comportamento inadequado está fora da empresa — problemas familiares, de saúde ou frustrações pessoais. Ao final, o gestor deve dizer o que espera e avisar que a reincidência de atitudes inadequadas pode levar à demissão. “Avalie a relação entre o custo e o benefício de manter um profissional que não se dá bem com os outros. O problema é maior do que os resultados que ele agrega?”, diz João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de carreira da FGV-SP. Em casos extremos, é a empresa que responde na Justiça pelo assédio moral praticado por seus funcionários. “Há cada vez mais processos por esse motivo”, alerta a consultora e advogada trabalhista Sônia Mascaro.</p>
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<p><em>Fontes: Adriana Gomes, coordenadora da pós-graduação na área de pessoas da ESPM; Daniel Alves, consultor do Sebrae-SP; Danilo Nascimento, diretor da BPC PME; João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de carreira da FGV-SP; José Carlos Inácio, diretor da JCI Acquisition; José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching; Márcia Allstrom, diretora de recursos humanos da Manpower Brasil; Olavo Chiaradia, diretor da Hay Group; Wagner Teixeira, sócio da Hoft </em></p>
<p><em><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI301177-17171,00-COMO+LIDAR+COM+GENTE+SEM+ESTRESSE.html">http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI301177-17171,00-COMO+LIDAR+COM+GENTE+SEM+ESTRESSE.html</a></em></p>
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		<title>O Mau Líder</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade e Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ruth Aquino Revista época 16 abr 2012 Só afortunados jamais tiveram de engolir, no dia a dia da profissão, um chefe arrogante e cruel A acusação é de assédio moral – um fenômeno tão antigo quanto o trabalho, mas &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/o-mau-lider/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ruth Aquino<br />
Revista época 16 abr 2012</p>
<h4><a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/autonomia.jpg"><img class="alignright" title="autonomia" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/04/autonomia.jpg" alt="" width="321" height="323" /></a>Só afortunados jamais tiveram de engolir, no dia a dia da profissão, um chefe arrogante e cruel</h4>
<p>A acusação é de assédio moral – um fenômeno tão antigo quanto o trabalho, mas hoje levado mais a sério pela sociedade. O juiz Adeildo Lemos de Sá Cruz, do Recife, foi punido com aposentadoria compulsória por ofender e humilhar, durante anos, seus subordinados. A decisão de punir Sua Excelência foi da Corte Especial do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Uma decisão inédita.</p>
<p>Para os 60 servidores que pediram transferência ao longo de cinco anos por não suportar a pressão do juiz Adeildo, a punição tem um efeito positivo. Resgata a autoestima. Segundo o processo, Adeildo às vezes chamava as servidoras de “p&#8230;”, intimidava os subordinados com uma arma sobre a mesa, estabelecia horário para ir ao banheiro. O digníssimo também é acusado de colocar uma funcionária de cara para a parede, de castigo, por estar insatisfeito com o serviço.</p>
<p>Para nós, que não conhecemos o juiz pernambucano, o desfecho tem dois lados. Há um lado surreal. Adeildo, despido da toga, continuará a receber, de pijama, R$ 15 mil por mês até dar seu último suspiro. Ele ganhará aposentadoria proporcional ao tempo de serviço. Essa grana sai do bolso dos brasileiros.</p>
<p>Quinze mil reais para se divertir, depois de ser julgado e condenado? O país precisa redefinir o que significa punição para as castas dos Três Poderes. Especialmente para os iluminados que julgam desvios de conduta.</p>
<p>O outro lado desse caso toca a realidade de cada um de nós. Só afortunados jamais tiveram de engolir, no dia a dia da profissão, um chefe arrogante e cruel, sincero ou dissimulado. O assédio moral não se configura apenas pelas atitudes extremas de Adeildo. O juiz costumava dizer: “O deus aqui sou eu”.</p>
<p><strong>Quantos chefes não se consideram deuses, donos da verdade suprema, superiores a todos que os cercam – e deixam isso claro para seus subordinados, com agressões verbais, manipulações psicológicas ou ironias demolidoras?</strong> Ser vítima de assédio moral no trabalho é sentir-se regularmente ofendido, menosprezado, rebaixado, sufocado, constrangido e cerceado.</p>
<p><strong>Quantos profissionais incapazes de exercer uma liderança saudável e positiva são promovidos nas empresas? Passam a vida adulando superiores e infernizando a vida de quem está abaixo na hierarquia.</strong></p>
<p>Uma nova pesquisa, da consultoria Robert Half, publicada na semana passada pelo jornal O Globo, reforça o que já sabemos. As três principais qualidades de um líder são: inspirar outras pessoas, ter ética e ser capaz de tomar decisões.</p>
<p><strong>Gostar de pessoas e ter prazer pelo que faz são requisitos essenciais de um bom líder.</strong> Esse é o senso comum. Diz William Monteath, da Robert Half no Rio de Janeiro: “O verdadeiro líder é admirado pelos colegas, ele mostra o caminho”.</p>
<p><strong>E quais seriam os maiores defeitos de um líder? “Desequilíbrio emocional, arrogância e centralização”</strong> foram apontados pela pesquisa. Uma pergunta se impõe. Por que razão, se todo mundo já sabe de tudo isso, chefetes desequilibrados, arrogantes e centralizadores continuam na folha de grandes empresas, com a missão de liderar equipes?</p>
<p>Por mais que tenham qualidades indiscutíveis na profissão que escolheram, os maus líderes sofrem de uma limitação: não conseguem inspirar ninguém nem extrair de um comandado o que ele tem de melhor. São, portanto, incompetentes para exercer essa função. Quando admiramos e respeitamos nossos chefes, trabalhamos mais e melhor, por vontade própria.</p>
<p>A Justiça no Recife levou anos para desmascarar o juiz. E as empresas privadas, como conseguem distinguir os bons e os maus líderes? Existe uma inércia natural – influenciada pelo medo, pela burocracia, pelas amizades e pelo rolo compressor da produtividade diária. Existe ainda, na cúpula, uma dificuldade compreensível de assumir erros eventuais. “Não adianta achar”, afirma Julián Lichtmann, sócio diretor da Ingouville, Nelson &amp; Associados, “que promover alguém a cargo de gestão fará dele líder.”</p>
<p>Um dos principais problemas, segundo Monteath, da Robert Half, é <strong>“a promoção precoce de profissionais a cargos de gestão sem o devido preparo”. Chefes imaturos e inseguros têm maior dificuldade de admitir seu despreparo nas avaliações internas anuais.</strong></p>
<h4><strong>Nem todos os líderes “nascem prontos</strong>”, diz o consultor Lichtmann. Liderança também se aprende, e as melhores empresas investem em treinamento. Mas há os que não aprendem nunca: “Um líder é reconhecido pela forma como age, não pelo que fala”. Para um subordinado inteligente, é mole sacar o líder “artificial ou ambíguo”.</h4>
<p><strong>Não basta amar o que faz. É preciso gostar de pessoas para ser líder</strong>. O juiz Adeildo não gostava nem um pouco de sua equipe. A recíproca costuma ser verdadeira.</p>
<p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/ruth-de-aquino/noticia/2012/04/o-mau-lider.html">http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/ruth-de-aquino/noticia/2012/04/o-mau-lider.html</a></p>
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		<title>Assunto do Dia &#8211; Mercado de Trabalho Feminino</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 17:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8216;Algumas empresas preferem mulheres em determinadas áreas.&#8217; afirma professora da ESPM &#8211; Escola Superior de Propaganda e Marketing]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imagens.globoradio.globo.com/globoradio/fotosGen/2403/240267.jpg" width="120" height="90" class="alignleft" /></p>

<p>&#8216;Algumas empresas preferem mulheres em determinadas áreas.&#8217; afirma professora da ESPM &#8211; Escola Superior de Propaganda e Marketing</p>
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		<title>O profissional que o mercado quer</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança de Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo do trabalho vive sua maior transformação desde a Revolução Industrial e busca um novo tipo de pessoas. Agora o que vale mais é ter formação diversificada, ser versátil, autônomo, conectado e dono de um espírito empreendedor Débora Rubin &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/o-profissional-que-o-mercado-quer/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
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<h3>O mundo do trabalho vive sua maior transformação desde a Revolução Industrial e busca um novo tipo de pessoas. Agora o que vale mais é ter formação diversificada, ser versátil, autônomo, conectado e dono de um espírito empreendedor</h3>
<p>Débora Rubin</p></div>
<div id="divCompleta">
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<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006839726122843.jpg" alt="img3.jpg" /></p>
<p>Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro – quem nunca ouviu dos pais que ser bem-sucedido era seguir tal cartilha? –, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no século XVIII, mandou centenas de pessoas para as linhas de produção, segundo a pesquisadora inglesa Lynda Gratton, professora da London Business School e autora do livro “The Shift: The Future is Already Here” (“A mudança: o futuro já começou”, em tradução livre).</p>
<p>Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. <strong>“Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”,</strong> conta <em><strong>Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),</strong></em> de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os americanos trocam mais, a cada quatro anos. O ritmo dinâmico inclui mudanças de função, de empregador, e até de carreira.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006894849014099.jpg" alt="img5.jpg" /></p>
<p>O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog.</p>
<p>O conceito não é novo. Surgiu em 1993 da mente futurista de Michael Arthur, professor de estratégia e negócios da Universidade Suffolk, nos Estados Unidos. Só agora, quase 20 anos depois, é que a teoria começa a virar realidade. De acordo com sua tese, a carreira sem fronteiras é aquela que se apoia no tripé “por quê, como e com quem”. “É preciso se perguntar o que você quer da sua vida e por quê; estudar para obter a técnica necessária e, por fim, estabelecer relações nas quais exista uma troca de conhecimentos”, explica Tânia, estudiosa da tese de Michael. Ou seja, você pode até passar anos no mesmo lugar, como fizeram seu pai e avô, desde que tenha a mente flexível do profissional sem fronteiras e busque autoconhecimento, atualização constante e intercâmbio de experiências.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006965000077275.jpg" alt="img6.jpg" /></p>
<p>O novo profissional também tem que ter jogo de cintura para os novos arranjos trabalhistas. “A tendência é ter mais flexibilidade na remuneração, no tempo de duração da atividade, no conteúdo e no fuso e local de trabalho”, destaca Werner Eichhorst, diretor do Instituto de Estudos sobre o Trabalho de Bonn (IZA, sigla em alemão), na Alemanha. O home-office, prática de trabalhar em casa que começa a ganhar terreno, será a realidade de milhões de brasileiros nos próximos dez anos, sobretudo nas grandes cidades sufocadas pelo trânsito.<br />
A revolução trabalhista está na pauta do dia por diversas razões. Em seu livro, Lynda Gratton apresenta o resultado de um estudo feito com 21 companhias globais e mais de 200 executivos na London Business School. Do extenso debate, ela elegeu as cinco forças que estão moldando o trabalho e, claro, seus profissionais. Em primeiro lugar, está a tecnologia. Como na Revolução Industrial, quando as máquinas aceleraram a produtividade, hoje a vida em rede e os recursos de ponta eliminam uma série de empregos e modificam outros tantos. No cenário brasileiro, há de se considerar a herança deixada pelas amargas décadas de 1980 e 1990, nas quais o desemprego e a terceirização explodiram – segundo Pochmann, o número de trabalhadores sem carteira assinada e por conta própria subiu de 11,7% para 58,2% somente entre 1985 e 1990. Nos últimos anos, o desemprego vem diminuindo e a formalização aumentou. Esse crescimento, porém, se deve mais pela geração de novos postos de trabalho com carteira assinada do que pela regularização do trabalho informal. Hoje, 45% dos brasileiros ativos não são registrados, de acordo com o Ipea.</p>
<p>Outras três forças citadas por Lynda Gratton são globalização, mudanças demográficas e preocupações ambientais. A primeira traz com ela a entrada de novos países no grande jogo econômico global – como o próprio Brasil. A segunda diz respeito à quantidade de gente no mundo – seremos nove bilhões em 2050 –, e à maior expectativa de vida. E a terceira tem a ver com as mudanças necessárias na forma de produzir e consumir para reduzir os impactos no meio ambiente. Por fim, a autora destaca a quinta força: as tendências de comportamento humano. Mais gente viverá só, as famílias serão menores e as relações afetivas serão foco de maior atenção. Trabalhar em casa ou próximo da moradia, mais que uma questão sustentável, será uma opção pelo bem-estar, algo que o brasileiro já valoriza. Em uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no começo do ano, a meta profissional mais desejada em 2012 pelos entrevistados é “melhorar a qualidade de vida”, acima até da opção “ganhar mais<em><strong>”. “O workaholic está saindo de moda”, afirma a professora Adriana Gomes, da ESPM. “Aos poucos, as pessoas foram percebendo que a produtividade delas caía a médio e longo prazos.”</strong></em><br />
Não é só o profissional que deve estar preparado para tamanha virada. As empresas, sobretudo as grandes corporações que se expandiram ao longo dos últimos 20 anos, também precisam arejar suas convicções. Uma das principais mudanças é dar mais autonomia para que o funcionário crie, produza e evolua sem ficar estafado. Tânia Casado, da USP, coordena um grupo de estudo que tem se debruçado sobre um tema fresquinho, curioso e fundamental para o mundo corporativo: o “opt-out”. Trata-se da prática, ainda pouco conhecida e aplicada, na qual as pessoas podem continuar sua trajetória dentro de uma empresa sem ter que necessariamente seguir a trilha convencional de subir na hierarquia. “Executivos de grandes grupos me procuram preocupados com a fuga de talentos e me perguntam o que podem fazer para retê-los”, diz a professora. Isso inclui principalmente mulheres que gostariam de passar mais tempo com seus filhos após a licença-maternidade, sem abrir mão da carreira. A resposta de Tânia é: opt-out. Ofereça opções ou os talentos vão embora. Principalmente em um momento bom da economia.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006871343812203.jpg" alt="img4.jpg" /></p>
<p>O desafio de lidar com esse novo perfil é tão grande que é o tema do Congresso Anual de Gestão de Pessoas (Conarh) deste ano, que será realizado em agosto. “Os profissionais, em especial os jovens, guiam suas carreiras por suas causas e valores”, diz Leyla Nascimento, presidente da ABRH, que organiza o evento. “Se percebem que seu empregador não compra a sua causa, ele simplesmente vai embora.” Outra insatisfação grande, segundo ela é não ser reconhecido, cobrado e valorizado, o que exige melhorias na comunicação e na forma como as lideranças atuam. Até mesmo o uso das redes sociais é visto como uma questão estratégica. “É uma realidade e não pode mais ser ignorada.”</p>
<p>Nas empresas de médio porte, em especial as de tecnologia, esse novo profissional já encontra território acolhedor. Na Conectt, os 150 funcionários têm a liberdade de propor ideias a qualquer momento. São eles que decidem também os programas de bem-estar, além de desfrutar de horários maleáveis. Alguns designers nunca pisaram na sede da empresa, em São Paulo, e trabalham remotamente de diferentes pontos do Brasil. No ano passado, um programador recém-contratado avisou que sairia em seguida para passar uma temporada na Austrália. Foi incentivado e lhe asseguraram que teria sua vaga na volta. Segundo o sócio-diretor Pedro Waengertner, o importante é a equipe entregar o trabalho, independentemente da quantidade diária de horas trabalhadas, e ela se sentir parte fundamental do processo. “O funcionário é um ativo valioso e, para reter os melhores, é preciso ter flexibilidade”, diz ele.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006620277045735.jpg" alt="IMG2.jpg" /></p>
<p>Nesse cenário de mudanças aceleradas, a legislação trabalhista brasileira é um entrave. Criada em 1943 por Getúlio Vargas e alterada em poucos detalhes ao longo das últimas décadas, a essência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) corresponde a um Brasil que já não existe. A rigidez da CLT, que impede, por exemplo, a opção de meio período para várias profissões, é o ponto mais criticado pelos especialistas. Um estudo realizado no ano passado pelo IZA, de Werner Eichhorst, em parceria com a USP, faz um comparativo entre os dois países e mostra que a possibilidade de os funcionários alemães negociarem seus salários diretamente com os empregadores, sem sindicatos nem governo no meio, ajudou a salvar 350 mil postos durante a crise de 2008. No Brasil, a pesquisa aponta a cultura de desconfiança entre as partes como fruto de uma lei extremamente paternalista. Resultado: dois milhões de casos julgados na Justiça do Trabalho a cada ano.</p>
<p>Apesar do embaraço legal, o mercado trata de pressionar, na prática, por mudanças. <em><strong>“Os empregadores vão achando as brechas até alguém ter a coragem de mudar”, acredita a professora Adriana, da ESPM.</strong></em> O governo Dilma acena com transformações. Irá propor ao Congresso duas novas formas de contratação, a eventual e a por hora trabalhada. As alterações podem dar mais dinamismo ao mercado e permitir que quem dá expediente dois dias na semana ou três horas por dia seja integrado formalmente à força produtiva do País. Se a proposta for adiante, estará em maior sintonia com a realidade atual. Afinal, a revolução no mundo do trabalho já começou.</p>
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<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7007059374226941.jpg" alt="img7.jpg" /></p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006260951599126.jpg" alt="img.jpg" /><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_7006426296262494.jpg" alt="img1.jpg" /></p>
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<p><a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/196912_O+PROFISSIONAL+QUE+O+MERCADO+QUER?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">http://www.istoe.com.br/reportagens/196912_O+PROFISSIONAL+QUE+O+MERCADO+QUER?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage</a></p>
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		<title>10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gomes; Vida e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[erros na liderança]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de Equipes]]></category>
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<p>SÃO PAULO – O que toda <a href="#" rel="nofollow">empresa</a> quer é <a href="../../financas/noticia/2373644">profissionais motivados</a>, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo <a href="#" rel="nofollow">promoções</a>, novos desafios e mais autonomia, por exemplo. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar desmotivando seus funcionários.</p>
<p>Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 maneiras erradas de motivar os <a href="../../financas/noticia/2371085">funcionários</a>. Contamos, para isso, com a ajuda de especialistas em gestão<a href="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/03/343autoridadeB.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1318" title="343autoridadeB" src="http://www.vidaecarreira.com.br/wp-content/uploads/2012/03/343autoridadeB.jpg" alt="" width="517" height="811" /></a> de carreira e motivação. Confira:</p>
<p><strong>1. Os <a href="#" rel="nofollow">profissionais</a> são únicos</strong> &#8211; “não existe motivação em massa”, explica o especialista em motivação, Roberto Recinella. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro.</p>
<p>Na prática, o gestor acredita que determinado elemento vai motivar um profissional, pois foi o mesmo elemento que já motivou um outro trabalhador. Mas, segundo Recinella, isso não funciona sempre. A sugestão é conhecer cada um dos membros da equipe, entendendo suas necessidades e interesses.</p>
<p><strong>2. Desafios megalomaníacos </strong>- a maioria das pessoas sabe que os <a href="../../financas/noticia/2361322">profissionais</a>, para se sentirem motivados, querem desafios constantes. Ou seja, uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. O erro acontece quando o líder, pensando que vai motivar, estipula um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. “O profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado”, analisa o especialista. Os desafios devem sempre ser propostos, mas precisam ser palpáveis.</p>
<p><strong>3. Sempre em cima</strong> &#8211; ainda na lógica do item um, o líder pode desmotivar, tentando motivar, se não entender as necessidades e os interesses dos profissionais. Nesse caso, a desmotivação acontece porque o chefe fica em cima demais do funcionário, acreditando que ele quer esse acompanhamento de perto, quando, na realidade, o que ele deseja é mais autonomia e liberdade.</p>
<p>Novamente, os profissionais são diferentes uns dos outros. Se o chefe entende que acompanhar de perto o trabalho de um profissional o motiva, ele não deve acreditar que isso vai motivar todos os demais. Portanto, é importante identificar as necessidades de cada um.</p>
<p><strong>4. Falta de clareza</strong> &#8211; o líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentado motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator desmotivacional para os demais membros da equipe.</p>
<p><strong>5. Feedback mal dado</strong> &#8211; alguns líderes acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam alguns pontos do trabalho do profissional – pensando que ele vá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são automotiváveis, enquanto outros desanimam totalmente.</p>
<p>A sugestão é fazer um <a href="../../financas/noticia/2249869">feedback</a> bem estruturado, ou seja, apontar os pontos que deveriam ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos positivos do trabalho do profissional.</p>
<p><strong>6. Falta de feedback</strong> &#8211; na mesma linha do item anterior, o <a href="../../financas/noticia/2249869">feedback </a>é uma questão bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, pensando que o profissional vai achar que a ausência de feedback significa que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um “grande tiro no pé”, explica a<em><strong> professora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Adriana Gomes.</strong></em></p>
<p>Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença.</p>
<p><strong>7. Promoção sem remuneração -</strong> promover uma pessoa de cargo é um ótimo fator motivacional, mostra que seu trabalho foi reconhecido e que ele está pronto para novos desafios. Mas, novamente, nem todos os profissionais são iguais, e se o líder pensar que uma promoção sem aumento de salário é sinônimo de motivação para qualquer profissional, ele pode estar muito enganado. Mesmo que o funcionário se motive num primeiro momento, com o tempo ele vai entender que só tem mais trabalho, pelo mesmo salário.</p>
<p><strong>8. Possibilidades que nunca chegam &#8211; <em>Adriana explica</em></strong> que outro fator que pode gerar grande desmotivação, apesar do objetivo não ser esse, é prometer coisas e nunca cumpri-las. Desde sinalizar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.</p>
<p><strong>9. Delegar sem dar suporte</strong> &#8211; se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando.</p>
<p><strong>10. Delegar sem dar autonomia </strong>- o líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades</p>
<p>20 de março de 2012  • 10h58Por: Viviam Klanfer Nunes</p>
<p><a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2375137-veja+maneiras+erradas+gestor+motivar+sua+equipe">http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2375137-veja+maneiras+erradas+gestor+motivar+sua+equipe</a></p>
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		<title>Como ser um bom chefe em pequenas empresas?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 18:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio Próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Como ser um bom chefe]]></category>
		<category><![CDATA[Exame.com; Adriana Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Vidae Carreiira]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca aceite o crédito pelos resultados sozinho, ensina especialista &#160; Como ser um bom chefe em pequenas empresas? Respondido por Adriana Gomes, especialista em gestão de pessoas Não é fácil gerir equipes e ser alguém admirado, querido e um modelo &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-ser-um-bom-chefe-em-pequenas-empresas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Nunca aceite o crédito pelos resultados sozinho, ensina especialista</span></h2>
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<div id="___plusone_1"><img title="Você é bom um líder?" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/24210/size_590_homem-lider.jpg?1297969051" alt="Você é bom um líder?" /></div>
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<p>Como ser um bom chefe em pequenas empresas? <em>Respondido por<em> </em><strong>Adriana Gomes,</strong> especialista em gestão de pessoas</em></p>
<p>Não é fácil gerir equipes e ser alguém admirado, querido e um modelo a ser seguido. Entretanto, é possível manter a relação de trabalho em níveis muito bons, ou seja, com um bom clima e alta produtividade.</p>
<p>Para ser um bom <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/chefes" target="_blank">chefe</a></strong>, nunca aceite o crédito pelos resultados sozinho. O seu resultado vem do esforço da equipe, assim, seja generoso e compartilhe o sucesso com todos. Essa atitude aumenta a confiança da equipe.</p>
<p>Delegue tarefas e demonstre confiança na sua equipe. Nada pior do que treinar e desenvolver alguém e não dar oportunidade para que ele coloque em prática. As pessoas nem sempre precisam fazer as tarefas exatamente do modo como você faz. Seja paciente e acompanhe o desempenho. Segure a ansiedade. Essa atitude pode fazer a diferença para aumentar o desempenho do seu time.</p>
<p>Conheça cada elemento da sua equipe. Escute a história de vida deles, saiba por que estão ali e seus objetivos pessoais e profissionais. Mantenha-se aberto e disponível para orientar, explicar e apoiar. Além disso, seja o exemplo. Nada melhor do que coerência: pratique o que você fala.</p>
<p>Posicione sua equipe sobre o contexto em que a tarefa está inserida, criando uma cadeia lógica de tarefas e responsabilidades. Com essas dicas colocadas em prática, sua avaliação perante a equipe pode melhorar bastante.</p>
<div><img title="Adriana Gomes, especialista em RH" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41160/original_adriana-gomes.jpg" alt="Adriana Gomes, especialista em RH" width="80" height="80" /></div>
<h5><em><strong> Adriana Gomes</strong> é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM. </em></h5>
<h5><em><em> Editado por Priscila Zuini, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></em></em></h5>
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<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-ser-um-bom-chefe-em-pequenas-empresas">http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-ser-um-bom-chefe-em-pequenas-empresas</a></p>
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		<title>Como treinar seus funcionários?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 19:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Treinamento é algo imprescindível para desenvolver profissionais de alto desempenho, mas é preciso se planejar para não gastar dinheiro à toa  Como treinar seus funcionários? Respondido por Adriana Gomes, especialista em gestão de pessoas Uma palestra isolada não é treinamento. &#8230; <a href="http://www.vidaecarreira.com.br/como-treinar-seus-funcionarios/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Treinamento é algo imprescindível para desenvolver profissionais de alto desempenho, mas é preciso se planejar para não gastar dinheiro à toa</h3>
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<p> Como treinar seus funcionários? <em>Respondido por<em> </em><strong>Adriana Gomes,</strong> especialista em gestão de pessoas</em></p>
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<p>Uma palestra isolada não é treinamento. Não espere que as pessoas mudem com um workshop ou uma palestra de duas horas. Treinamentos devem ser programas contínuos e deve haver espaço na empresa para se colocar em prática o que está sendo aprendido. É um trabalho grande, mas com o tempo o investimento vale muito a pena.</p>
<p>Para se investir bem em treinamento, os gestores devem ter em mente quais são as competências verdadeiramente necessárias para o desempenho das tarefas. Além disso, devem conhecer muito bem a sua equipe em termos das competências técnicas, comportamentais e conceituais requeridas nas práticas diárias.</p>
<p>Deve-se elaborar uma lista sobre quais são, efetivamente, as competências que precisam ser desenvolvidas para cada membro da equipe. Procure analisar se vale a pena desenvolver o programa de treinamento dessas competências internamente ou se a contratação de um profissional externo seria melhor.</p>
<p>Não coloque todos na mesma sala, tentando economizar. Se sua equipe estiver em níveis de conhecimento muito diferentes, ou seja, os muito juniores com os seniores, esse equívoco pode render péssimos resultados, pois o palestrante não atenderá as expectativas do grupo.</p>
<p>Analise bem o seu fornecedor e saiba o que você deseja e quais competências você quer que seus colaboradores saibam ao término do programa.</p>
<p>Editado por Priscila Zuini, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></p>
<div><img title="Adriana Gomes, especialista em RH" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41160/original_adriana-gomes.jpg" alt="Adriana Gomes, especialista em RH" width="80" height="80" /></div>
<h5><em><strong> Adriana Gomes</strong> é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM. </em></h5>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-treinar-seus-funcionarios">http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-treinar-seus-funcionarios</a></p>
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